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 Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.

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lenitta
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sex 14 Dez - 21:45:01

ummaaaa tu apaga algumas letras que brecas-te a página toda loool
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sex 14 Dez - 22:18:56

o.o lol xD


mim gostou :3
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lenitta
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sex 14 Dez - 22:27:26

depois do quote, guardar em rascunhos e pré visualisar finalmente terminei de ler... a yoyo vai embebedar o jinki?
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sex 14 Dez - 23:35:20

IDEK. Ela não é maluca para tanto, acho eu... por acaso é uma boa ideia...

Ainda bem que gostam até agora~ *bows at you all* TENHO DE ESCREVER AS DUAS FICS...
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sab 15 Dez - 0:37:47

o.o umma....o.o ann... o.o vcs vejam lá XD vcs sao mto pessoas páh xD o.o e eu aqui inocente o.o omg xD
o.o eu sei como isso é filha XD
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MarthaShiro
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Dom 16 Dez - 3:08:46

I LOVED IT! não existe nenhum capitulo em que eu tenha ficado desapontada até agora, love it so fakin much
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lenitta
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Dom 16 Dez - 10:47:57

grande off....

oh matts a tua foto parece-me sempre o olho de um cavalo --' só quando paro a olhar é que "yah não é" ^^
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MarthaShiro
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Dom 16 Dez - 16:39:33

LOOOOOOOL DIED XD
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Qui 27 Dez - 2:29:08

jgksdfgsilghlthjtkghfdsfgjk
eu já nem tenho palavras meu deus
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Dom 30 Dez - 22:32:26

Ainda não terminei de ler, mas estou a adorar *.*
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Ter 1 Jan - 18:40:54

Terminei e adorei adorei adorei! Parabéns +.+
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MarthaShiro
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sab 12 Jan - 3:12:20

i need diz fanfic ;_;
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sex 15 Fev - 18:41:12

Capítulo XII
“Será que as discussões são uma forma de demonstrar amor?”


<img>http://25.media.tumblr.com/6de93a8ad0ed8f3ffbdfc630be7b8f41/tumblr_mi9xxxOxSJ1s37z69o1_500.png</img>

Segunda-feira, dia 8 de janeiro. Era a segunda vez que Kevin e TaeJoon partilhavam o quarto, e por medo do segundo de ser descoberto, Kevin impôs partilharem o quarto, mas Kevin dormir no chão, recorrendo ao uso de sacos cama. Mas TaeJoon recusou, dizendo que teria de ser ele a fazê-lo, visto que era o hóspede, e por teimosia, acabaram os dois por dormir no chão nessa noite. Kevin acordou com calor, tendo acordado naturalmente e visto algo que nunca imaginou ou pensou vir a acontecer-lhe. Tinha um rapaz colado a ele, a dormir agarrado a ele, e isso era incomodativo, ao pensar que era um rapaz, mas ao mesmo tempo, Kevin sentia-se bem ao sentir aquele toque. O toque igual ao meu que TaeJoon possuía. TaeJoon estava a dormir com um pijama dele, que lhe ficava um pouco justo, porque Kevin era mais magro, e não tinha músculo nem abdominais como TaeJoon. Eram agora 7:00, as unnies dormiam, o despertador tocaria dentro de meia hora.

Kevin, tenta tirar os braços de volta dele: TaeJoon-ah, ireona...
TaeJoon, abre vagarosamente os olhos: Annyeong... – Apercebe-se que se está a agarrar a Kevin e imediatamente tira os braços de volta da cintura dele. – Mianhe... eu... costumo dormir com um Snoopy grande... e depois costumo agarrar-me àquilo que dorme ao meu lado... desculpa, é hábito... – Coça o pescoço com a mão e levanta-se.
Kevin, de certa forma aliviado: Oh, kwaenchanhayo. Certifica-te que arranjas um substituto para o Snoopy então... pode ser o Kawaii, ele não arranha, e é sem dúvida mais fofo e confortável que eu... – Kevin ri-se enquanto se dirige para o armário. – Dormiste bem, hyung? Ou custou-te dormir no chão?
TaeJoon, ri-se baixinho: Dormir na minha casa é mais penoso, acredita...
Kevin, puxa-o para frente do armário e sorri: Escolhe.
TaeJoon, faz beicinho: Geralmente escolhiam por mim, eu não sei escolher...
Kevin, espantado: Jinjja? Nunca escolhes a tua roupa?
TaeJoon, baixa um pouco a cabeça: Os meus pais são ricos, cheios de vícios, snobs, e cheios de dinheiro, escalão social e influência. E empregados. Por isso, sim.
Kevin, sorri: Arasseo, eu ajudo-te então. Que tipo de roupa é que costuma usar?
TaeJoon: Bem, roupa que eu gosto. Eu costumava ir comprar roupa com a minha umma. Bem, eu uso roupa mais ou menos dentro do estilo da tua, Kevin-ssi, posso vestir qualquer uma... mas se calhar convinha ir buscar roupa a minha casa... o problema é se sou apanhado por alguém... e tenho medo...
Kevin: Isso não, usas da minha roupa. Além disso trouxeste alguma tua, não foi?
TaeJoon: Bem, trouxe dois casacos, uma muda de roupa, os meus manuais e cadernos e alguns pares de meias e roupa interior, não consegui trazer mais nada, a minha mochila é pequena, e depois trouxe escova de dentes e pasta, e a mala de educação física tem uns calções de banho, uma toalha, gel e shampoo, e o fato de treino.
Kevin: Isso deve dar para uns dias, no máximo uma semana...
TaeJoon: Eu sei que não vives sozinho e que é complicado manteres-me aqui escondido... mas eu não posso voltar para lá, Kevin, não posso. Seria muito pior do que já é...
Kevin: Podes fugir para aqui sempre que quiseres, TaeJoon-ah.
TaeJoon: Bem, que roupas é que achas que me servem? É que o teu pijama estava um pouco apertado...
Kevin: Isso vê-se já. Camisa ou camisola?
TaeJoon: Camisa talvez... costumam ficar largas, não é?
Kevin, sorri um pouco: Deh, mas a ti devem ficar pouco folgadas, visto que tens mais músculo que eu e que eu sou mais estreito e leve. Por outras palavras, escanzelado.
TaeJoon: Kwaenchanhayo, eu gosto de usar roupa justinha. E tu não és escanzelado, apenas tens uma cintura mais definida, como se fosses uma rapariga.
Kevin: Não me vais chamar SuHyeun ou Kelly de novo, pois não?
TaeJoon, tira a camisola do pijama: Aniyo.
Kevin, evita olhar para ele: Aqui tens. Que tipo de calças é que queres? Skinny jeans?
TaeJoon, aponta para umas jeans azuis claras: Essas são giras...
Kevin: São iguais às que usei no outro dia, mas não têm rasgões. Não sei se te dão...
TaeJoon: As minhas pernas não são muito musculadas, Kevin-ssi, por isso...
Kevin, entrega-lhe as calças: Aqui tens.
TaeJoon, veste as calças e abotoa o fecho: O meu casaco preto ficará bem aqui?
Kevin: Claro que fica, TaeJoon-ah... é preto, fica bem com tudo...
TaeJoon: E as minhas “botas de combate” pretas de cano alto devem ficar bem...
Kevin, procura uma v-neck e umas skinny jeans: Já te disse que ficam, TaeJoon-ah...
TaeJoon, faz beicinho: SungHyun-ssi, posso levar o teu gorro do gatinho?
Kevin, fecha o armário e veste as calças: Qual deles?
TaeJoon, espantado: Tens mais do que um?
Kevin: Deh, tenho de várias cores. E também tenho de ursinho e de rillakkuma.
TaeJoon, ri-se baixinho: Pabo. Uma rilakkuma é um ursinho...
Kevin: Eu sei, mas são diferentes, de rilakkuma só tenho um e só uso pelo Natal.

TaeJoon agarra num gorro com orelhas de gatinho para Kevin e mete-lhe na cabeça, e faz o mesmo com outro de outra cor. Os gorros eram um branco e outro azul clarinho, e condiziam com as respetivas roupa. Faltavam 10 minutos para o despertador tocar, toda esta brincadeira tinha levado 20 minutos, e por isso, eles foram à casa de banho escovar o cabelo e Kevin foi aplicar o seu eyeliner diário. Saíram e levaram uma sanduíche os dois, e através do gorro, ninguém reconheceu TaeJoon, que passou em frente à sua casa.

Na casa dos Park e dos estudantes

Barulho logo pela manhã. Discussões. Pressa para ir para as aulas. Furos. Dias sem aulas para alguns. SoJin sai do quarto bem-disposta, mas ainda assim ninguém consegue ver o que tanto SoJin protege lá dentro. Trancou a porta e guardou a chave no bolso.

SoJin, sorri e vai ao frigorífico: Bom-dia pessoal!
Mikki, come apressada: Bom dia unnie, tenho de me despachar, hoje trabalho no café, eu e a Joo entramos apenas de tarde...
KkotIp: Eu hoje não vou trabalhar nem vou às aulas de manhã... o patrão também não sabe que tenho a manhã livre... por isso vou depois amanhã à tarde até fechar.
SoJin: E a YooSung e o WooHyun? Como é?
YooSung, sai do quarto: Demasiado alto logo de manhã... aish, a minha cabeça...
WooHyun, ri-se: E a nossa tomboy insiste em apanhar ressaca antes de ir para as aulas.
Joo: Não é por nada, mas é mesmo dela, o estado normal dela é agir como se tivesse ressaca, para depois à noite pular e pular e pular. Segundo o que diz a Mikki...
Mikki, mete a louça na máquina: É verdade, ela fala enquanto dorme, e o pior de tudo é que é sonâmbula ou assim, porque ela se mete a pular na cama...
WooHyun: Está claro! É ela a imaginar que está a fazer cem metros de barreiras...
YooSung: Eu sei que sonho, mas não me lembro do que sonho, por isso...
Mikki: Bem, minha gente, vou dar à sola. Até mais logo!
SoJin: Eu vou também, tenho de abastecer o frigorífico, porque ele não se enche sozinho...
Joo: Eu vou tratar de umas coisas minhas à universidade e depois sigo para a loja.
SoJin: Quem fica em casa?
JongHyun, que entretanto foi comer, e KkotIp, em coro: EU!
YooSung: É hoje que eles se vão matar... aigoo, nem quero ver.
WooHyun: Eu vou para a universidade, não quero saber de estragos na casa...
Joo, vai para a porta: Eu aproveito e vou contigo, e deixamos a YooSung a enfardar e a fazer de parede entre aqueles dois.
YooSung, agarra num croissant e morde-o: Aniyo! Eu vou convosco!
SoJin: Park JongHyun, prometes que não matas, espancas, maltratas, esfaqueias, e cometes qualquer ação prejudicial contra a Song KkotIp?
JongHyun, revira os olhos: Prometo...
SoJin: Song Kkot–
KkotIp: Eu prometo que não o mato a menos que seja em legítima defesa.
SoJin: ANIYO! Não se matam! Ou eu tenho de contratar uma babysitter?
JongHyun: Eu sobrevivo sozinho com ela, don’t worry.
KkotIp: Eu vou para o meu quarto, aliás.
JongHyun, seco: Ótimo, diverte-te.
SoJin: Eu volto à hora de almoço. Não quero ver nem polícia, nem vizinhos, nem morgue, nem papa, nem buda, nem nada à porta de casa, arasseo?
KkotIp: E se for o JongHyun?
JongHyun: Tencionas-me expulsar-me da minha própria casa?
SoJin: Se estiver vestido de noivo, tu vestida de noiva e o padre lá fora, aceito.
KkotIp: Nunca na minha vida, muito menos com ele...
SoJin: Arasseo, eu volto depois. Portem-se bem... e eu quero ser a madrinha!
JongHyun, manda uma almofada para a porta, mas não apanha ninguém: Bonito...
KkotIp: Até parece que é a primeira vez que estamos debaixo do mesmo teto...
JongHyun: Não é, mas para ti é como se fosse, gangster... ficas tão presa a primeiras impressões assim, troublemaker? Isto se a tua impressão atual de mim for a tua primeira impressão. E eu não sei porquê, soa-me a tal. Uma opinião inflexível e irrefletida, onde não há espaço para qualidades, tal como as tuas ações.
KkotIp: Na verdade, é a minha segunda impressão. Se fosse a primeira, já-me tinhas engatado na certa. E tu costumas preparar armadilhas para todas, não é?
JongHyun: Aniyo. Nem todas. Apenas para as que valem a pena, e tu estás fora dessa lista. Mas agora que vejo bem, davas uma bela 10 de 10, precisavas era de melhorar a personalidade e deixar de ser tão gangstere irritante. E crescer, porque és uma criança.
KkotIp, seca: Não estou aqui para ouvir baboseira vinda de um playboy irritante e mulherengo que só vê gajas, e não raparigas, à frente da cara. Por isso. Diverte-te.
JongHyun: Só uma coisa. Explica-me a diferença entre gajas e raparigas.
KkotIp, manda-lhe uma almofada para a cara: Adeus.

No átrio principal da JinSan International University

YooSung tinha saído da primeira aula, descia agora umas escadas do quarto piso e ia a pé até ao primeiro, treino esse exigido pelo treinador da sua turma. Ela tinha ido tratar de assuntos dela respetivos ao seu processo e outras burocracias relacionadas com a mudança de nome e de diretor na sua universidade. Ela estava a correr, mas simultaneamente, choca com o filho do diretor, que ia a subir, também ele com passo largo. Era uma chuva de folhas e cadernos, coisas de hotelaria e desporto misturaram-se num grande monte desorganizado e disperso aos seus pés. JinKi olha para ela e tenta-se desculpar pelo colapso que provocou.

YooSung, apanha os seus papéis e cadernos: Mian– Lee ‘JinSan’ JinKi?
JinKi: Desculpa eu– tu és a rapariga do “Make My Cocktail”! Yoo...?
YooSung: Myung YooSung, e deh, sou eu... desculpa-me...
JinKi, cora e coça o pescoço atrás: Desculpa-me tu, eu fui o culpado, sou tão desastrado...
YooSung, sente as bochechas arder um pouco: K-kwaenchanha... eu também ia a correr sem razão aparente... o kyosa-nim de desporto manda-nos ir a correr por causa do físico...
JinKi, surpreso: És de desporto? Bem, não é um curso com muitas raparigas...
YooSung, consente e olha para os manuais dele de hotelaria: Hmm, parece que eu sou desportista e que tu planeias ter uma cadeia de hotéis ou algo do género... estou certa?
JinKi, mostra-se um pouco acanhado: Deh. É o meu sonho desde pequeno...
YooSung, ri-se: Eu também sempre adorei desporto, desde pequenina, parecia um macaquinho a trepar às grades e aos muros, e a esfolar-me toda e a estragar o uniforme...
JinKi, sorri e solta-se um pouquinho: Quando eu e o JinHo tínhamos nove ou dez anos também fazíamos isso, mas era para fugirmos dos nossos pais nos dias de verão que eles faziam churrascos, porque eles grelhavam frango e nós roubávamos as pernas do frango para comer... e depois atacávamos de novo, e roubávamos mais dois pedaços de carne...
YooSung, desce as escadas enquanto sorri abertamente enquanto partilham memórias: Temos uma coisa em comum então!~ Eu roubava bolachas e gelado e partia as bolachas para uma taça e juntava com o gelado e comia às escondidas, e depois punha-me por aí a correr e a perseguir gatos e saltar muros... eu sou assim desde sempre, uma glutona que não engorda porque faz desporto até cair...
JinKi, ri-se baixinho: Se comesse frango todos os dias, a esta hora estava obeso, por isso, não me posso deixar dominar pela gula, já basta ser domado pelo frango... porque eu não faço muito desporto, gosto de ir à praia de vez em quando, mas não faço muito mais para além de nadar. Os JinSan sempre nadaram, é de família, mas somos uns preguiçosos...
YooSung, olha para JinKi que a acompanha: JinKi-ssi, não tinhas de ir a algum lado?
JinKi, sorri: Aniyo, não é importante. Lembrei-me que aquilo que preciso de fazer não está ali, pensei que o meu irmão JinHo estivesse ali, mas na verdade não está, que cabeça a minha... aquele piso tem o gabinete do meu abojji para quando ele vier cá e dos vice-diretores. E o JinHo podia estar lá, mas duvido.
YooSung, adota uma postura séria: Espera lá, porque é que falámos sobre tudo isto?
JinKi, coça a cabeça: Não sei... nem faço a mínima... sonhos? Saltar muros? Comida?
YooSung: Factos em comum que são pura coincidência, tal como agora...
JinKi, ri-se: Pois, agora faz sentido!~

Noutro piso, Yukwon olhava para um lado e para o outro e procurava por alguém. E encontra JiYoon, que é puxada para uma sala vazia. Ele senta-se numa mesa de frente para ela e ela ao sentir-se desconfortável, tenta sair. Mas ele impede-a de sair e ela prepara-se para o projetar para fugir.

Yukwon: Vamos falar sobre tudo isto. Estas reações, o facto de me evitares e ignorares... sempre fomos amigos, JiYoon, o que se passa para reagires dessa forma?
JiYoon: O que se passa é mesmo isso, é não perceberes o óbvio aos de olhos de todos e continuares a agir como se fôssemos isso e como se fosse isso que eu quero...
Yukwon, confuso: O que queres dizer com isso ao certo?
JiYoon, vira-se de costas: O que se passa é que eu tenho estas reações porque sei que gostas dela e não me tencionavas dizer ou sequer admitir. Aquele olhar de como quem a quer comer. Eu estava lá e vi, não negues, oppa. Não era o teu olhar. Aquele não eras tu.
Yukwon, completamente perdido: Hein? De que é que estás a falar?
JiYoon, ainda de costas para ele e sem se virar ou olhar para ele: Da ChanYoung e daquele olhar que lhe lançaste no dia em que a Joo se lesionou. Estava tudo de olhos postos em ti e tudo se distraiu por causa daquele olhar fixo e perverso sobre ela. Eu não estou assim por ela ser minha melhor amiga, eu estou assim por seres tu, Yukwon. A minha amizade com a ChanYoung é a mesma de sempre, mas contigo evito-te, e sabes porquê? Porque preferes escolher uma barmaid que conheces à menos tempo e que apenas te acha piada a uma pessoa que sempre fez tudo contigo, ou quase tudo, uma pessoa que se sente mal por te ver olhar para a sua melhor amiga dessa forma, mas que ficaria igual ao te ver olhar da mesma forma para qualquer outra. Alguém que te pode dar aquilo que procuras, que é amor. E ela isso não te pode dar. Se ela quisesse ter saído contigo, já o tinha feito, mas eu sou diferente. Eu quero mas não consigo. E esta é a razão que tanto querias ouvir, não é? Pois bem, podes afirmar que já a sabes.
Yukwon, sem saber o que dizer: Mas... JiYoon... porque é que nunca me disseste nada?
JiYoon, vira-se de caras para ele mas sem o olhar: E achas que valia a pena dizer alguma coisa? Achas que ia mudar alguma coisa? Irias deixar de gostar dela?
Yukwon: Eu não gosto dela, não leves as coisas para esse campo...
JiYoon, mostra claramente os seus ciúmes: Então porquê aquele olhar perverso se não gostas dela dessa forma?! Explica-me, estou curiosa, se esse olhar é normal...
Yukwon, sorri, subindo um canto dos lábios de um lado, e aproxima-se dela: Com que estás com ciúmes dela... Mas eu digo-te que isso não é bem assim. Eu não sinto nada.
JiYoon, afasta-se: Ainda pior então! Era um pouco mais compreensível se gostasses dela, mas teres fantasias dessas não te assentam bem, Yukwon, tu não és essa pessoa...
Yukwon, empurra-a contra a parede da sala: Então diz-me quem sou.
JiYoon, foge dele: Nunca devia ter falado... tu não és esse, não podes! Não podes! E não me faças isto, não me deixes confusa, não te insinues, não me toques sequer por diversão, dessa forma não vale a pena, e nem que seja por pena, não encostes nem um dedo. Se gostares de mim de volta, aí eu deixar-te-ei que me tenhas. Mas assim não.

JiYoon corre dali deixando Yukwon de joelhos sozinho na sala, que bate na parede fazendo a parede falsa ficar amolgada com o forte murro que produziu. JiYoon corre e esconde o cabelo loiro num gorro de lã azul, descendo as escadas da entrada e sentando-se num banco de cabeça baixa por entre a neve que começara a cair simultaneamente, com as lágrimas que queriam emergir dos seus olhos molhados e vermelhos. A neve molhava ainda mais a pele já molhada pelas lágrimas, e os flocos derretiam criando feridas interiores, parecendo que cada floco criava uma nova ferida que lhe atravessava o coração. Ela estava ainda pior ao saber que ele afinal apenas olhava para ChanYoung com olhos de quem a quer comer, e não amar. Ao menos amar, seria mais correto. Mas na verdade ele soltava pequeninas lágrimas também.

Yukwon, limpa as lágrimas: JiYoonie, não é como pensas... eu também gosto de ti... apenas não o sei dizer, e sim, há o fator ChanYoung, uma pequena atração, mas nada mais.

Na Pastelaria/Café Sweet Little Devil

Um indivíduo loiro conhecido de Mikki entrava. Ele tinha o cabelo meio encaracolado na franja, uma franja estilo ramen, caída sobre a testa, reta mas encaracolada, tornando-a única e assimétrica. Ele vai com passo apressado e senta-se no balcão esperando ser atendido. O café estava deserto, mas uma ou duas mesas tinham pessoas. Uma pessoa de bata colorida em xadrez – Mikki –chega-se em frente dele, e ele sorri mostrando umas covinhas adoráveis nas bochechas.

Mikki, sorri abertamente, encalhando-se um pouco: B-bom dia, o que vai ser hoje?
Key, olha para a vitrina por debaixo dos seus braços pálidos e cobertos pelo tecido da sua roupa: Oh... pode ser um sumo de laranja natural e uma fatia de tarte daquelas de Natal... espera, tarte não... alguma coisa não muito doce e que dê energia... tarte para pequeno almoço é demasiado...
Mikki, olha espantada: Pequeno-almoço?
Key, ri-se: Pois, eu costumo vir mais cedo, não sou muito bom com bolos e para me despachar como sempre cá, mas hoje adormeci e estou atrasado... o que sugeres?
Mikki: Hmm, p-pão? Torradas? Uma tosta?
Key, sorri, mostrando uma vez mais as suas covinhas: Pode ser uma tosta de queijo e fiambre então, não muito esturricada, apenas o suficiente para o queijo ficar derretido...
Mikki, sorri: Arasseo, eu trago já!

Mikki sorri um pouco e vira-se de costas espremendo as laranjas e colocando o pão com o queijo e o fiambre a tostar durante uns segundos, e quando acaba de fazer o sumo, tira a tosta e coloca-a num prato, servindo-a ao rapaz.

Key, agarra na palhinha e dá um golo: Podes ir fazendo a conta, por favor?
Mikki, sorri e dirige-se para a máquina registadora: Arasseo... tosta e sumo natural faz no total... 620 won. Quer fatura?
Key, procura pela carteira, desesperado: Aigoo, não tenho a carteira... devo ter deixado lá em cima... quando voltar mais logo posso pagar por favor? Eu tenho cartão daqui...
Mikki, procura um local para apontar: Qual é o nome?
Key: Kim KiBum, sou cliente habitual.
Mikki: Deh, eu sei. Costumo vê-lo...
Key, olha para a placa: E tu... YeonJu? Kamsamnida!
Mikki, sorri: Mais logo não estou de serviço mas apontei aqui. Por isso, fale com o dono ou com a pessoa que estiver de serviço para tratar de pagar isto agora, caso venha à tarde apenas pagar. Como é um cliente habitual abri uma pequena exceção, mas será melhor que venha à hora de almoço para liquidar, caso contrário será mais complicado.
Key, sorri: Entendi, será mais fácil se vier falar diretamente consigo, menina Lee.

Key sai do café e deixa para trás Mikki que se prepara para fazer uma pausa.

Na casa dos Park e dos estudantes

Entretanto, uma criatura estava a dormir no sofá com o pescoço todo torto, cabeça caída, má postura, pés caídos. JongHyun tinha ido para o quarto fazer algo, por isso essa criatura não podia ser mais ninguém senão KkotIp. Ele saiu do quarto na esperança de o sofá estar vazio, mas a televisão estava ligada e a espetadora limitava-se a dormir em frente à KBS.

JongHyun, ri-se: Aish, pabo, nem sabe dormir... mas também para que é que eu me estou a preocupar? Bah, não vale a pena, ela vai ser uma velha marreca a dormir desta forma, mas ela é que sabe. Aigoo, dramas a esta hora? Não dá nada de interessante?

JongHyun dirige-se ao frigorífico e tira um recipiente de comida pré-cozinhada e aquece no micro-ondas, comendo-o de seguida, enquanto se senta no sofá longe dela e vai fazendo zapping aos canais, na esperança de encontrar alguma coisa de jeito. Mas por estranho que pareça, nada, e ouvem-se uns dentes baterem uns nos outros. Estava frio, e o JongHyun vê o corpo que está deitado no sofá tremer com frio. Ele bufa silenciosamente e vai ao quarto buscar um cobertor, e assim que volta à sala, recua para ir buscar uma almofada.

JongHyun, sussurra enquanto levanta a cabeça dela para pôr a almofada por baixo: Ai de ti que acordes, troublemaker... eu devia matar-te, sabias? Mas não sou um gangster como tu, tenho coração, e não te vou ignorar para depois dizeres que adoeceste por minha causa, e que estava aqui e que não fiz nada para o impedir, arasseo?

Ele levanta as pernas dela para cima para que durma mais confortável e cobre-a com o cobertor, sentando-se ao lado. SoJin chegaria em breve e ele acaba por adormecer.

SoJin, fala alto, pensando que estão nos quartos: Estou em casa! Estão vivos, certo?
KkotIp, boceja e abre muito os olhos: Aigoo– JONGHYUN!~ Sai de cima de mim! JÁ!~
JongHyun, tapa os ouvidos: Quem é que é a gralha– AIGOO, SAI DAQUI!
KkotIp: Aniya! Eu deitei-me e não estavas cá! Por isso sai tu!
JongHyun: Eu adormeci sem querer e tu estavas com as pernas dobradas!~
KkotIp: Então estás a sugerir que eu estiquei as pernas e tu tombaste para cima de mim?
JongHyun: É uma hipótese. Além disso devias estar agradecida.
KkotIp: Porquê? Por levar contigo em cima?
JongHyun: Aniyo! Por ter-te tapado com o cobertor, pela almofada e por teres dormido de forma mais confortável, sim?! És mesmo criança...
KkotIp: Se assim é, tu achas-te muito adulto!
SoJin, ri-se sem produzir muito som: Acho que estes dois se esqueceram do padre...
JongHyun: Então tu és uma pabo e uma rebelde!
KkotIp: E tu és um engatatão mulherengo e ninguém me garante que não foi um desses vipes que te deu, já que estava calada e sem fazer nada que considerasses irritante.
JongHyun: Aí é que te enganas! Tu estavas a ressonar demasiado!
KkotIp, manda-lhe uma almofada à cara: Eu nem ressono! Wait. Isso significa que me estavas a tentar amansar e domar, mas eu não sou o teu gato de estimação, sabias?
JongHyun: Eu nem tenho gato de estimação!
KkotIp: E sabes porquê? Porque não ia aguentar viver contigo!
JongHyun: Sendo assim, és oficialmente o meu animal de estimação.
KkotIp: Estás a tentar dizer o quê?
JongHyun: Que és um animal? Tu própria o disseste...
KkotIp: EU AINDA TE VOU MATAR.
JongHyun: Não podes, os gatos não conseguem manusear pistolas ou armas brancas...
KkotIp: PFFT, eu odeio-te.
JongHyun: Os gatos não odeiam...
KkotIp: Arranham e sentem raiva.
JongHyun: Raiva é mais com os cães, sabias?
KkotIp: Eu não sou um gato...
JongHyun: Então és o quê? Uma tartaruga? Um pássaro? Uma mosca?
KkotIp: Não vale a pena falar com pessoas desprezíveis...
JongHyun: Os gatos não falam.
KkotIp: Explica-me porque é que eu sou um gato então.
JongHyun: São selvagens, manhosos e bonitos. Além do mais foste tu que o sugeriste...
KkotIp, desconfiada: Eu ouvi uma qualidade e uma ‘semi-qualidade’?
JongHyun, sai do sofá: Aniyo. Eu não gosto de pessoas demasiado bonitas.
KkotIp: Não me soa bem... é uma qualidade vinda da tua boca e um elogio, mas soa-me mal porque de cada vez que abres a boca só sai–
SoJin, chega ao pé deles: HYA!~ Parem de discutir, parecem um casal idoso!~
JongHyun: Com que então sou eu, e que tal reparares que ela diz mais porcaria que eu?
KkotIp: Aniyo, tu dizes mais. A unnie só diz porcaria no gozo. E eu sei ver quando ela usa ironia, arasseo? Já tu, nem sabes o significado da palavra...
JongHyun, olha com cara de assassino: Ela não estava a ser irónica...
SoJin: Pois, eu não estava. Se vocês continuarem assim, acabam casados um com o outro...
KkotIp: Desculpa unnie, mas é mal de família então... e no caso dele não há cura.
JongHyun: Deixa lá, vais-te arrepender de seres assim comigo... nem é capaz de dizer obrigada. Eu pareço-te feito de pedra ou gelo, ou assim? Se assim fosse, teria alguma vez zelado pela saúde de uma pessoa com a qual não me dou bem? Parece-te? Pois bem. Da próxima deixo-te a morrer sozinha.
KkotIp, puxa-lhe o braço: Mianhe.
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sex 15 Fev - 20:02:18

Mais uma vez, eu simplesmente amei! Estava á espera deste capítulo á tempos ó Ann ;_;

(vim fazer aqui publicidade ao meu blog yea, ando a começar uma história e coise é isso pronto here: Sonhos Perdidos )
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sex 15 Fev - 20:12:04

MarthaShiro escreveu:
Mais uma vez, eu simplesmente amei! Estava á espera deste capítulo á tempos ó Ann ;_;

(vim fazer aqui publicidade ao meu blog yea, ando a começar uma história e coise é isso pronto here: Sonhos Perdidos )

Eish, sorry aí. Agradece à minha namorada. Ela diz olá.



Bem, I'll be kawaii and I'll make an effort to write more. A big one in fact. Mais coisitas para dizer.
VOU LURKEAR NO TEU BLOG OUO /PARTY HARD;



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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sex 15 Fev - 22:06:01

JESUS DAMN IT QUERO MAIS E AGORA TÁ ?!?!?!
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sex 15 Fev - 22:42:44

Decide-te filha, ou é Bloody Kiss ou é Academia Medhusa... bem, quero escrever ambas mas quero-me concentrar e acabar a Bloody Kiss primeiro e depois continuar a postar e escrever a Academia Medhusa. Por isso espera mais chaps por aqui, minha filha.
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sex 22 Fev - 18:25:51

...........................You shitard.
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sab 23 Fev - 1:01:26

yis :<
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Seg 25 Fev - 22:47:52

*Jumps up and down* unnie updated it *-*
OMO XD hahahah eu e a minha fome xD goto goto x333
*eu nao sabendo o que dizer* quewo mais x333
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Dom 3 Mar - 19:02:07

Yesh sir. O pc finalmente foi "arranjado" - ainda está shitty mas coise.
MIM VAI POSTAR YAYAYAYAY~
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Dom 3 Mar - 21:28:57

CAPÍTULO XIII
"Quando os nossos medos nos encaram de frente, o que fazemos?"



Kevin e TaeJoon estavam uma vez mais no mesmo quarto, a olhar para o teto, nada mais faziam que isso, não falavam, não diziam mais nada, apenas cruzavam olhares com o teto. Estava a chover torrencialmente, a chuva batia ruidosamente na janela, e eles não conseguiam dormir. TaeJoon tinha a sua cabeça tapada, porém espreitava por uma pequena falha entre a cortina da sua franja e o tecido do saco-cama. Ele não dizia nada, mas Kevin sabia que ele tinha medo, sentia-o ao olhar para ele. Mas seria estranho dormir com o dono daquele toque de novo. Acordar e sentir a pele dele tocar na sua naquela madrugada de sexta-feira chuvosa e ruidosa que não deixava ninguém dormir. Seria estranho oferecer um espaço na sua cama àquela pessoa. Kevin estava estranho e sentia-se estranho, sentia algo fora do comum. Poderia aquilo ser um novo começo? Há quase uma semana que ele e TaeJoon partilhavam o quarto secretamente. Mas o Kevin estava estranho demais para lhe perguntar se queria entrar na sua cama para dormir com ele e possivelmente agarrar-se a ele como da última vez. Não, ele não queria pensar dessa forma. Até que ele ouve isso mesmo que ele queria perguntar da boca, dos lábios carnudos, da voz doce mas máscula e grave, oposto da sua, voz essa de TaeJoon, a pessoa com o toque igual ou semelhante ao meu, toque esse agora inexistente, que existira quando eu também existira, existira comigo, e desaparecera comigo. TaeJoon espreitou e começou a trovejar. Ele encolhia-se todo, estava com medo, mas articulou as palavras.

TaeJoon, olha para ele assustado pelos barulhos: K-Kevin... posso... d-dormir contigo?
Kevin, sorri por fora e sente uma ligeira impressão no estômago por dentro: D-deh... Podes, mas despacha-te, porque o calor da cama pode dissipar-se se demorares muito.
TaeJoon, bate os dentes devido ao frio ao sair do saco-cama: Aish, está mesmo frio...
Kevin, senta-se na cama: Queres que vá buscar umas meias de dormir para calçares?
TaeJoon, sorri: Aniya, kwaenchanha. É de andar de um sítio para o outro. Já fica tudo bem assim que me deitar de novo... o saco-cama é quente mas é apertadinho e mete medo... saber que estou numa cama tranquiliza-me mais... principalmente em dias destes.
Kevin, sorri e deita-se de frente para ele: Hmm, arasseo, dorme bem. Qualquer coisa, tens o Kawaii a dormir em cima dos pés, por isso, o peso será ele e nada mais, e se não conseguires dormir, diz, eu enxoto-o e mando-o ir para a cozinha para a cama dele.
TaeJoon, sorri: Aniyo, estou bem. Dorme bem, Kevin-ssi.
Kevin, apaga a luz e vira-se de costas para ele: Hmm, tu também, hyung.

Kevin deixa-se de movimentar e assim que um relâmpago volta a cair, TaeJoon fecha os olhos com força e agarra-se a Kevin com força, pondo o seu braço por cima da sua cintura e enrolando-se nela como uma fita ou algo do género. Kevin estava acordado ainda e apenas sorri. Eles acabam por adormecer dessa forma os dois e passadas algumas horas, Kawaii tenta-se enfiar por entre eles sem sucesso, Kevin tinha-se agarrado a TaeJoon da mesma forma, então ambos dormiam frente a frente, com as mãos agarradas e uma delas a enrolar-se em torno da cintura do outro. TaeJoon abre os olhos e com a surpresa acaba por cair da cama e puxar Kevin com ele. Kevin acorda em cima do TaeJoon. Os olhos cruzavam-se, a pele tocava-se, com muito esforço apenas o corpo se tocava, eles conseguiam sentir os músculos, o coração acelerado, e sentirem-se um ao outro apesar da roupa que os separava. Kevin levantou-se a meio do ambiente e sentimento estranhos, ignorando-os.

TaeJoon, completamente embaraçado pela situação: Eu... mianhe... acordei mal e sem querer puxei-te e caímos os dois no chão... mianhamnida, foi um acidente...
Kevin: Não precisas de explicar, a culpa foi minha. Eu sei que parte foi minha. Eu acordei quando tu, por causa do Kawaii e reparei. Eu... às vezes... m-mexo... mexo-me a dormir.
TaeJoon, sorri de forma um pouco descaída, quase como que se quisesse que o Kevin tivesse feito aquele gesto intencionalmente, que na verdade tinha feito: Oh, arasseo.
Kevin, com um sorriso: Bem, que roupa queres? Vem cá escolher. Eu já escolhi a minha.
TaeJoon, sorri: Hmm, umas calças escuras? Sem ser jeans rotas, porque tenciono vestir os calções da natação, e tenciono estar quentinho... e com rasgões não funciona bem...
Kevin: Hmm, então eu vou-me vestir para a casa de banho para estares mais à vontade.
TaeJoon, um pouco acanhado e estranho: Bem, não precisas... somos homens, certo? Além disso um simples virar de costas deve ser suficiente... não? Quer dizer, não vamos propriamente olhar um para o outro, por isso acho que não precisas de sair, ainda mais sendo o teu quarto. Nesse caso quem deveria sair seria eu, e não tu.
Kevin, senta-se na cama: Apenas acho que te sentirias mais à vontade dessa forma.
TaeJoon, faz beicinho: Podes ficar, óbvio! O quarto é teu!

Kevin fica fixo na cara de TaeJoon com aquele beicinho, aqueles lábios e aquelas sobrancelhas grossas e negras, desenhadas numa expressão de interrogação. Kevin estava perdido no olhar negro e brilhante. Kevin estava possuído e queria possuir. Ele queria aquele par de opalas brilhantes que olhavam diretamente para ele. TaeJoon olhava apenas e Kevin voltou a emergir à superfície dos seus pensamentos e sacudiu a cabeça.

TaeJoon, senta-se ao lado dele apenas em boxers: O que se passou?
Kevin, examina aquele corpo discretamente e desvia a cara: Veste-te... p-por favor...
TaeJoon, levanta-se e coça o pescoço atrás com a mão: Pois, não podemos perder tempo agora, temos de ir para as aulas... mas Kevin-ssi, o que é que posso usar com isto?
Kevin, sorri um pouco: Sinto-me como tua umma, hyung... olha, um hoodie!~ Gostas?

Kevin mostra-lhe um hoodie seu verde água com uma frase, “Just Be Who You Are, Without Any Fear”. Ele sorri ao ver o hoodie e entrega-lho juntamente com uma v-neck branca de manga comprida. Kevin volta a ir ao armário e procura um outro hoodie igual.

Kevin: Na altura comprei dois iguais, porque achei que a frase me servia bem, mas deixei de usar roupas de cor na altura, bem, agora uso, mas naquela altura não. E este é o hoodie magenta claro. Gosto muito deles. Qual é que queres?
TaeJoon, sente um pouco de calor nas suas bochechas: Vais vestir um?
Kevin, sorri: Aniyo, era só para te mostrar, para escolheres.
TaeJoon, sorri timidamente: O cor-de-rosa fica-te bem...
Kevin, espantado: Fica? Não é demasiado feminino... este cor-de-rosa?
TaeJoon: Como diz o hoodie, sê quem és sem qualquer medo, e se gostas de cor-de-rosa, usa cor-de-rosa, não é crime, e é uma cor que te fica bem...
Kevin, sorri: Então já sei o que vamos fazer hoje depois das aulas, TaeJoon-ah.
TaeJoon, curioso: E o que é isso que vais fazer? Ou melhor, vamos...
Kevin, sorri: Vamos ao cabeleireiro onde costumo ir com as noonies pintar o cabelo.
TaeJoon, espantado: Fazer o quê? Vais pintar o cabelo?
Kevin, sorri: Deh, há muito tempo que não faço um look diferente. E eu gostava de me ver loiro, devo ficar bonito, mas não sei se pinte de loiro ou me deixe estar com este cabelo castanho-escuro. Ou pintar com um ligeiro tom castanho aruivado...
TaeJoon, sorri: Tu estás bem assim, esse cabelo fica-te demasiado bem, mas se quiseres mudar, eu vou contigo mudar, e posso-te pagar qualquer coisa, porque tenho um cartão multibanco, e acho que a minha umma não o congelou por ter fugido de casa, porque ela sabe que preciso de dinheiro para viver e que não é assim que vai conseguir que volte. Mas bem, eu pago-te qualquer coisa por agradecimento por me deixares estar aqui...
Kevin: Hmm, arasseo. Mas não precisas de pagar, eu gosto de te ter aqui, é divertido...
TaeJoon, ri-se: Aniya. Hoje pago-te o almoço, está decidido, e pago tudo o resto, incluindo o teu penteado e tudo aquilo que quiseres, desde que não me leves à falência... chama-lhe o Dia Internacional do Kevin-ter-tudo-aquilo-que-quer-pago-pelo-hyung.
Kevin, sorri: Jinjja? Tudo? Posso levar uma rilakkuma para a escola então?
TaeJoon, ri-se: A minha umma chama-me rilakkuma, por isso podes.
Kevin, espantado, abraça-o na brincadeira: És uma rilakkuma, hyung?
TaeJoon, engole a saliva em seco sem saber o que fazer: D-deh, mas temos de ir e ainda nem estás vestido... nem eu estou, por isso preciso de me vestir, dongsaeng... e tu também.
Kevin, larga-o vagarosamente um pouco acanhado: D-deh, tens razão... preciso de ir buscar as coisas para vestir...

Kevin procura pelos objetos e veste-se rapidamente com os calções de banho, sentado na cama, de costas para TaeJoon, que se calçava do outro lado da cama, TaeJoon estava quase pronto, apenas precisava do hoodie de Kevin. Mas Kevin estava um pouco atrasado. Precisava de maquilhagem, precisava de roupa, precisava de tudo.

TaeJoon, despenteia-o um pouco e dirige-se para o armário: Pabo. Ainda não escolheste a roupa... usa o hoodie com uma sweatshirt e umas jeans... olha, estas brancas, e o hoodie e uma camisola branca... porque é que não fazes assim?
Kevin: Eu tenho umas botas que ficam mesmo bem aí, mas olha... os hoodies são iguais...
TaeJoon: E qual é o problema? Ambas são peças de roupa...
Kevin: As pessoas podem pensar coisas que não correspondem à realidade...
TaeJoon: E o que importa o que as outras pessoas pensam?

No parque em frente ao rio Hangang, lado norte

EunMi estava sozinha sobre a margem do rio a fotografar a paisagem das árvores cheias de neve e do rio parcialmente congelado pelo tempo gelado que se fazia sentir, imortalizando aquele momento com a sua máquina profissional. O céu parecia pintado por aquarelas, e o sol tardio nascia. EunMi estava a repetir a mesma fotografia de várias perspetivas e apareceu-lhe diante dos olhos um sujeito conhecido dela, da sua turma, também ele com uma câmara, talvez mais evoluída que a sua, e tira-lhe uma fotografia de perfil enquanto ela tirava outra fotografia.

Mir, senta-se no banco ao lado dela: EunMi-ah, o que fazes aqui sozinha tão cedo?
EunMi: HYA! Desconcentraste-me e a fotografia saiu mal!
Mir: Podes sempre usar ambas e editar no computador, fica com um efeito esfumaçado...
EunMi: Assim perde a piada! Eu gosto é de focar e disparar, não editar...
Mir, sorri: Tens razão, sermos nós mesmo a obter o resultado final sabe muito melhor porque sabemos que estivemos diante de uma paisagem mais bela que a própria fotografia, e se editarmos, sabemos que deixa de ser fotografia e passa a ser outra forma de arte que usa fotografia e design. E outra coisa, as falhas e imperfeições da paisagem fazem dela perfeita, e se estivermos a editar a fotografia, não passa de uma edição plástica.
EunMi, sorri: Esse sim, é o ponto de vista de um fotógrafo.
Mir, faz beicinho: Estás a dizer que não tenho um ponto de vista de um fotógrafo?
EunMi, foca a lente numa árvore: Eu nunca disse isso...
Mir, olha para ela e faz beicinho, roubando-lhe a câmara: HYA! Olha para mim quando falares comigo e larga a câmara por um bocadinho, ela não vai a lado nenhum...
EunMi, olha em frente: Mas vai a inspiração, o que é ainda pior.
Mir, sorri: Não, não vai se tiveres uma fonte de inspiração.
EunMi, olha para o céu: Dás-me uma das tuas? É que eu não tenho nenhuma...
Mir, ri-se baixinho: O máximo que posso fazer é dar-te um espelho...
EunMi, confusa: Para quê é que me queres dar um espelho?
Mir, engole saliva e coça o pescoço com a mão: P-para... olhares para trás de ti e conseguires ver a beleza do mundo que te rodeia de todos os lados. É isso.

Na JinSan International University

Horas e horas passaram. Aulas sobrepunham-se a aulas, umas atrás de outras, ocupando o espaço livre entre estas com míseros intervalos e trabalhos de grupo ou individuais, ou teses, ou trabalhos práticos, estágio, entre outros de menor grau de relevância. Era um desses intervalos. Sunbaes e hoobaes do mesmo curso vagueavam, bem, grupos específicos de sunbaes e hoobaes, como Yukwon, MinHo e WooHyun e o grupo de JiYoon e ChanYoung. JiYoon estava calada desde manhã, tinha chorado durante a noite, incapaz de tocar nas feridas e no assunto que a abalava e rezando para que ChanYoung não dissesse nada ou Yukwon não aparecesse à sua frente, mas eles cruzaram olhares acidentalmente e viram-se. ChanYoung notou um ambiente estranho, um olhar intenso que queria deixar de ser intenso, uma mágoa nos olhos dela e um arrependimento nos olhos dele. JiYoon fugiu.

ChanYoung, dirige-se para Yukwon: Oppa, o que se passa?
MinHo, atento a tudo o que vê, dá uma cotovelada discreta a WooHyun: Hyung, vemo-nos mais logo, lembrei-me que deixei uma coisa no meu cacifo do ginásio, depois mais tarde falamos, arasseo? É mesmo importante, temos mesmo de ir lá sem falta...
WooHyun: Oh, eu também vou, tenho a chave do cacifo dele, até mais logo, hyung!
Yukwon, acena-lhes: Arasseo. – Toma atenção a ChanYoung. – O que se passa?
ChanYoung: Sim, entre ti e a JiYoon unnie. Há uma espécie de tensão entre vocês, e ela foi-se embora, e eles também... o que se passa? Algo me diz que se passa alguma coisa...
Yukwon, dirige-se e senta-se num banco: Bem, a verdade é que é uma história complicada e algo me diz que isto vai ser novidade mas que parte já sabes...
ChanYoung, senta-se: Sou toda ouvidos, podes falar tudo aquilo que quiseres.
Yukwon, vai direto ao assunto: Já deves saber que a JiYoon gosta de mim. Bem, não é gostar, é gostar como mais do que um amigo, se é que entendes, tu conhece-la demasiado bem, e como são melhores amigas já sabes disso, obviamente. É um gostar com um significado demasiado profundo para ser classificado como gostar, a meu ver.
ChanYoung, espantada: Quem é que te disse isso? Ou como é que descobriste?
Yukwon: A própria JiYoon, ontem. Eu confrontei-a, tranquei-me com ela numa sala e ela disse-me tudo, eu pressionei-a a dizer, admito. Mas o que interessa é que ela me disse a verdade sobre tudo, confirmando as suspeitas que eu adquiri de há um tempo para cá...
ChanYoung: E quando é que te apercebeste mais ou menos de que ela gostava de ti?
Yukwon: Desde que ela começou a ficar meia estranha... se eu soubesse antes de tudo isso que ela gostava de mim dessa forma, ela não estaria estranha comigo, aí eu poderia ter sido dela e ela minha, mas agora não posso... por muito que eu queira, não posso.
ChanYoung: Traduz-me isso então. Gostas dela mas tens um motivo forte para não a quereres magoar, ou gostas de outra rapariga, e por muito que gostasses de namorar com ela, seria trair o teu coração de alguma forma.
Yukwon: Eu diria que é uma junção das duas, mas estou demasiado confuso. Eu gosto da JiYoon, mas há uns tempos para cá que me sinto atraído por outra rapariga, e acho que acabei por me apaixonar pelas duas... e o maior problema é que a JiYoon gosta de mim, mas a outra rapariga embora não pareça gostar de mim da mesma forma, dá-me pica, e por isso gostava de saber se daria alguma coisa. E por isso tenho de assentar a cabeça no lugar e pensar. Mas ChanYoung... não digas nada à JiYoon, ela podia ficar um bocado mal e custe o que custar, não a quero ver assim por causa de alguém como eu. Porque eu não mereço que ela goste de mim, eu sou mau para ela, via-a como um elemento feminino ao qual posso chamar de dongsaeng, mas também a via como a outra rapariga qualquer.

Na JinSan High School, perto da hora de almoço

Sandeul estava em frente ao portão principal com MinAh, ambos cúmplices, como sempre, aliás. Sandeul tinha o guarda-chuva aberto sobre a cabeça dos dois, e as primeiras gotas que o céu decidira derramar debatiam-se sobre o cimento e o alcatrão, escorrendo pelo passeio. Um rapaz rude de carapuço passa de mota e outro atrás manda-lhes um balde, direcionado a MinAh. O rapaz diz algo como “aqui tens, princesinha esquisita” e Sandeul cobre o vestido da MinAh com o seu casaco longo e impermeável, evitando que ela tivesse ficado encharcada, ficando apenas com parte dos seus collants com manchas da água que salpicara. MinAh abre devagar os olhos, e apercebe-se que quase abraça Sandeul.

MinAh, larga-se da camisola dele para lhe agradecer com um abraço: Gomawo...
Sandeul, fala num tom baixo: Nunca percebi porque é que aqueles idiotas fazem coisas destas... o que é que eles podem ter contra ti? Quem lhes dera a eles ter um dia uma rapariga como tu ao lado deles, mas eles não percebem o valor das pessoas, nem sabem olhar para o coração delas e perceber o que elas sentem... insensíveis...
MinAh: Há algum tempo que não me faziam nada... bem, tornou-se raro...
Sandeul: Não interessa, de vez em quando ainda fazem isso, e eu não quero que isso volte a acontecer nunca mais...

MinAh sorri para Sandeul, e o mesmo acontece pela parte dele e deixam-se estar em frente do portão, esperando um colega de turma.

Numa ponte sobre um curso de água secundário minimamente perto da baixa

Yuno olhava para a água. Uma água de várias cores e tons, gélida, com zonas de água mais limpa e outras de água mais suja. Era uma ponte restrita a carros, apenas humanos ou bicicletas conseguiam passar sobre essa ponte frágil e escurecida pelo tempo. Yuno descalçava-se e deixava um bilhete dentro dos seus sapatos, cobertos pelo seu impermeável, juntamente com o telemóvel. Era uma nota de suicídio.

Flashback – Yuno

Yuno e o professor universitário de japonês, Shimizu, seu pai, iam no seu carro recente de grande porte. Era semelhante a um jipe, era recente, devia ter uns anos. Era um Nissan, era escuro, tinha luzes LED fluorescentes, magoando o nosso olhar, circulando pelas ruas coreanas. O primeiro dia de Yuno em Seoul, dia 23 de dezembro de 2015. Shimizu guiava.

Yuno: Shimizu-chichi, chichi é como os japoneses chamam aos pais vamos onde?
Prof. Shimizu: Vamos fazer compras para a casa nova, e conhecer a namorada do appa.
Yuno: Eu não gosto disso, chichi... e eu não sei falar bem coreano...
Prof. Shimizu: Por isso é que a menina Shim te vai ajudar com isso... não tenhas medo.
Yuno: Eu não quero! Quero ir para casa!
Prof. Shimizu: Shimizu Yuno! Não me exaltes! Esta é a nossa nova casa!

Shimizu descontrola-se e acelera o carro, embatendo de frente com um objeto que rebolou e partiu o vidro. O carro travou bruscamente e os airbags abriram-se, queimando um pouco a orelha de Yuno devido à pressão e ao ar que encheram aqueles objetos em frações de segundos. Yuno adormeceu atordoada com o choque e Shimizu saiu do carro, socorrendo a vítima que havia feito.

Fim do Flashback

Taemin: HYA! Agora tenho de vir atrás de ti?

Yuno, que se preparava para saltar, alça a perna e senta-se nos ferros que delineavam o limite dos limites dentro da ponte, a muralha que protegia a ponte do pequeno rio e de tudo o resto. Yuno olha para ele repentinamente e prepara-se para saltar de qualquer das formas. Taemin agarra no braço de Yuno e obriga-a a desistir do suicídio, embora ela esteja determinada.

Taemin, obriga-a a pôr os pés novamente no chão: Wae? EXPLICA-ME, WAE?!
Yuno, tenta voltar para a estrutura de ferros paralelos: Porque sim, não faço nada aqui. Não tenho família para além do meu chichi, mas ele está desempregado e ocasionalmente dá explicações de japonês, contudo, a minha madrasta gasta grande parte do seu ordenado em roupas caríssimas e obriga-me a vestir-me como uma princesa. E depois apareces tu, que me obrigas a viver.
Taemin, afaga-lhe o cabelo, despenteando-a: E isso é razão para quereres acabar com a tua vida, micheoyo? Apenas tens de superar os problemas, não olhar para eles e agir como se fosse o fim do mundo, e que a morte seria a tua melhor opção... porque não é!
Yuno: O que sugeres que faça?
Taemin: Primeiro de tudo, tens de fazer amigos, não podes ser a rapariga excluída porque não se integrou entre nós. Depois, tens de arranjar um hobby e amar esse hobby.
Yuno, baixa a cabeça: Também... será que estava a reagir de forma impulsiva?
Taemin, arrasta-a para fora da ponte: Não faz sentido.
Yuno, começa a andar: O que é que não faz sentido?
Taemin: Tem de haver mais alguma coisa para te quereres suicidar...
Yuno: A minha mãe morreu e a minha recusa por sair do Japão fez com que mais alguém morresse, tudo por minha culpa, pelas mãos do meu pai, mas por minha culpa. Feliz?
Taemin, olha para ela: Como é que isso é possível? Não estás a alucinar, pois não?
Yuno: O meu pai atropelou uma rapariga e ela morreu, mas a culpa foi toda minha...
Taemin, pára em frente dela: Foi intencional por acaso, para dizeres que tiveste total culpa nessa situação? Foste tu que obrigaste a rapariga a atravessar a estrada e o teu pai a andar demasiado rápido? Não foste tu, pois não? Tenho a certeza que foi um acidente...

Flashback – Taemin

SuMin: Pois, o Kevin sente-se assim desde a morte da melhor amiga dele...
Sandeul e MinAh, em coro: Morte?
SuMin: Sim, ele teve um grande trauma e uma depressão, ele chegou a tentar suicidar-se com comprimidos e tentou mandar-se da varanda... ela fazia-lhe muita falta...
Sandeul, passa a mão no pescoço: Hmm, noona, as pessoas não falam muito com ele... mas agora eu percebo o porquê...
MinAh, presta atenção: Como é que ela morreu, unnie?
SuMin: Morreu atropelada... fez ontem 3 anos.

Fim do Flashback

Taemin: Não é possível... há quanto tempo é que foi? E foi cá na Coreia?
Yuno: Deh, foi cá, e foi há cerca de três anos...
Taemin: E como é que ela se chamava? Sabes? Disseram alguma coisa?
Yuno: Ela não tinha documentos com ela, apenas um cartão de estudante, mas estava manchado de sangue no sítio onde estava o nome, por isso foi impossível saber. A carteira estava suja de sangue pelo que o meu chichi me disse, e estava perto da mão dela. Porquê?
Taemin, sorri: Oh, nada, estava apenas interessado pelo assunto... ouvi uma história semelhante nalgum lado, e fiquei intrigado. Agora anda, a hora de almoço está quase a acabar... e como faltaste à última aula, decidi vir averiguar. E parece que fiz bem...
Yuno, sorri um pouco, de forma descaída: Porque é que te preocupas comigo?
Taemin, sorri: Apenas não gosto de ver pessoas serem vítimas de bullying e rejeitadas...
Yuno, sorri um pouco mais: Sendo assim, devo-te um agradecimento... arigatou.
Taemin: De nada. Mas promete-me uma coisa.
Yuno, olha para ele atentamente: Diz...
Taemin, mete as mãos nos bolsos: Vais pensar sobre tudo aquilo que te disse, arasseo?
Yuno, sorri: Arasseo. Eu vou pensar nisso. Mas entretanto vou pensar em despachar-me e ir para a aula, e tu devias fazer o mesmo, Taemin-san...

Nos balneários da piscina da JinSan High School, umas horas depois

TaeJoon, despe a camisola e dirige-se para Kevin: Então? Com vontade de nadar?
Kevin, olha para os pés: Hmm, não muita...
TaeJoon, sorri e dá-lhe uma ligeira cotovelada: Porquê? Porque não são aulas mistas?
Kevin, esconde a cara de TaeJoon e um ligeiro tom rosado nas bochechas: Aniyo... eu não sei nadar muito bem... sou tipo pedra, vou facilmente ao fundo....
TaeJoon: Não podes pensar assim, Kevin-ssi... tens de te imaginar como um barco leve e rápido e fingir que os teus braços são um par de remos que te levam para onde quiseres...
Kevin: Eu tenho um pouco de medo da parte funda da piscina. E de mergulhar...
TaeJoon, agarra-lhe a mão e massaja-a com os dedos em tom de conforto: Kwaenchanha, eu posso-te ajudar... e temos instrutores também para isso, por isso não estás sozinho... qualquer coisa que se passe, podes-nos dizer...
Kevin, sente as bochechas arder com aquele toque quente e confortante na mão: Preciso de me vestir, mas vou só à casa de banho, já venho. Não vás para a piscina sem mim, arasseo?

Kevin corre para a casa de banho e fecha-se na primeira que vê livre, encostando-se à porta, sentindo o calor das suas bochechas, com a sua respiração e fôlego acelerados, coração quase a saltar pela boca, pernas a tremer e uma impressão de certa forma nova na sua barriga. Kevin olha para o teto e começa a falar sozinho.

Kevin, sussurra: Porque é que me sinto assim? Porque é que me sinto assim, da mesma forma que me sentia com a Jae? Não faz sentido, não posso, não posso... não posso gostar dele, somos ambos homens, ele gosta de mulheres, eu gosto de mulheres, não faz sentido...
TaeJoon, entra na casa de banho e espera-o com os seus pertences na parte de fora: Kevin-ssi, está na altura de entrarmos... tens de te vestir rápido e pôr a touca e os óculos...
Kevin, sai da casa de banho onde estava: Oh, arasseo, desculpa...
TaeJoon, olha para as bochechas dele: Porque é que estás vermelho?
Kevin, começa a tirar a camisola: Oh, é porque está muito calor dentro dos balneários...
TaeJoon, ri-se: Pois está, que pergunta estúpida esta... toma, a tua touca e os teus óculos.
Kevin, sorri de forma descaída: Hmm, g-gomawo.

Os rapazes deixam os pertences trancados nos cacifos atribuídos aos mesmos após se vestirem e seguem para a aula de natação, onde para se conhecerem melhor, eles fazem todos a mesma piscina em estilo de competição. Tudo isso foi feito na aula, e depois o professor responsável intervalou com uma breve explicação sobre a natação, a sua carreira como professor de natação e sobre a piscina da escola e respetivo pavilhão. Depois seguiu-se a ver dos restantes alunos. Iam ver mergulhos desta vez.

Professor: Hwang SungHyun, é a sua vez.
Kevin, esconde-se: Eu tenho um bocado de medo de saltar...
Professor, mostra-se um pouco compreensivo: Um trauma?
Kevin: Aniyo... mas não deixo de ter medo...
Professor, coloca Kevin na prancha: Se não tem traumas, deve saltar e vencer os seus medos, arasseo, menino SungHyun? Por isso vá, chunbbi~ quando apitar quero ver o menino a nadar!~
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Sex 8 Mar - 23:19:12

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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   Ter 19 Mar - 12:01:47

MarthaShiro escreveu:
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MensagemAssunto: Re: Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.   

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Bloody Kiss {atualização 121214} Capítulo XI.
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