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 [CAPÍTULO 2 - 121207] Academia Medhusa - Mirror Mirror On The Wall

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Annlunah 찬영 상태 ♥
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MensagemAssunto: Re: [CAPÍTULO 2 - 121207] Academia Medhusa - Mirror Mirror On The Wall   Sab 1 Dez - 23:47:46

Miguelalves escreveu:
Olha VENERO o capítulo! Está tão SADJASKGJDWGRWKGJEROIJGRE
Tipo parece que estou a ver um filme! Está tudo tão bem explicado.. Asério amei este capítulo.
Quero mesmo que continues, e postes rapidamente o 2º Capítulo!

Quanto à Jessica.. QUE LHE VAI ACONTECER?! AI DELA QUE LHE FAÇA MAL T_T
Quando ao JongIn e o TaeMin... Parecia mesmo eu e o meu primo xD tadito do TaeMin, ele deve ser melhor que o JongIn em outras coisas ^^

Pronto, eu amei o capítulo , não tens noção e quero o 2º rapidamente >.< Porque estou demasiado curioso. xD

A sério? ASDFGHJKLZXDCFVGBHNJMKLSXDCFVGBHNJKML, ainda bem que gostas xD

O segundo está ainda a ser confeccionado xD e deve demorar um bocado, visto que este demorou.

A rapariga já deve estar fora do espelho, não te preocupes~ a JaeYoung não é assim tão mazinha, ainda por cima elas partilham o quarto... se fosse má a Jessica já tinha fugido... mas a JaeYoung é um bocado mimada. E leva sempre tudo aquilo que quer avante. Mas ela não fazia mal a ninguém.

O Tae e o JongIn têm talentos diferentes, obiviously~ o do Tae é que ainda não sei qual é...

ʆɛɳittɑ escreveu:
meu mano é um pervertido hehehehehe

e o mir um comilão ^^

eu tou morta por saber quem era o gajo... será o meu mano? hhaha

eu sei xD o ChanHee é awesome~ só falta fazer contrabando de fotos da EunMi para abastecer o Miru...

Hmm, nunca se sabe...



MAS DIGAM LÁ. ISN'T HWAYOUNG FLAWLESS? *le proud of my bias*
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MensagemAssunto: Re: [CAPÍTULO 2 - 121207] Academia Medhusa - Mirror Mirror On The Wall   Sex 7 Dez - 0:15:23

WAEWAEWAEWAEWAEWAEEEEEE SO PERFEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEECT????????????????
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MensagemAssunto: Re: [CAPÍTULO 2 - 121207] Academia Medhusa - Mirror Mirror On The Wall   Sex 7 Dez - 21:11:30

This one is less perfect for you people to get less feels. It's bigger for you people to faint or get more feels. So here are as personagens que me esqueci de por da outra vez e as novas que aparecem [é só uma].





 
Kim Taemin
Nascido no ano de 2453 - tendo 18 anos - em Lisboa, onde se pretendia refugiar com os familiares dos sucessivos ataques dos gangs na Coreia do Sul, mas teve de voltar para Seul pois também Lisboa não garantia a segurança que eles procuravam. Por isso ele e o irmão mais novo, Kim JongIn, bem como os seus pais, decidiram voltar e arriscar as suas vidas, refugiando-se os dois na Academia. É uma pessoa mais comunicativa que o seu irmão, sendo sociável, ingénuo e mostrando-se razoável e compreensivo com as pessoas que conhece, ou quando lhe parecem pessoas simpáticas. Não suporta pessoas mesquinhas e ao contrário do seu irmão, tem medo de se magoar, tanto fisicamente como psicologicamente. Tem bastante capacidade para tocar piano, pois desde pequeno que esteve em contacto com estes, por viverem perto de uma loja de instrumentos musicais que acedia ao cimo do seu prédio em Lisboa, bem como para desenhar tal como o irmão. Os pais alteraram-no geneticamente, visto que são cientistas, dando-lhe a capacidade de poder desenhar objetos numa parede podendo obtê-los dessa forma, ou passar a parede, surgindo dos seus dedos uma caneta de tinta negra que pode ser apagada com esses seus dedos. É simpático, divertido, sentimental e preocupa-se demasiado com os seus amigos, principalmente quando se trata do seu irmão JongIn. Desiste facilmente quando tem medo de se magoar, porém dá o seu melhor. Partilha o seu quarto na academia com o seu irmão Kim JongIn e com Kim SunWoong.





Ryu Jaekyung



Prima de Shin HwaYoung, traidora dos Estrela Vermelha e atual sub-líder dos Coiotes da Meia-noite. Tem 18 anos e é uma rapariga vingativa, fria, com muito sangue nas mãos e um pensamento ditatorial. É ambiciosa e está disposta a atingir o topo a qualquer preço, de qualquer forma, possível e imaginária, ou até mesmo impossível.
E agora, o tão aguardado...
Os dias passavam-se. A escola ia crescendo de dia para dia e centenas de alunos aglomeravam-se diariamente no refeitório da escola, despindo-o por completo no intervalo das refeições. Pessoas circulavam sem parar num rodopio nunca monótono, que se intensificava à medida que o número de alunos aumentava. HwaYoung dormia com o colar do seu salvador há quase uma semana, dentro de dois dias as aulas começariam, mas ela pensava já terem passado anos. Aqui estava segura e por sua conta, enquanto lá fora seguia as ordens daquele que a queria como sua rainha. Ela detestava o homem que a ensinara a – e que a fizera – matar. E agradecia todos os dias ao seu salvador misterioso. Precisava de reparar o seu colar e arranjar forma de descobrir quem é, mas para isso tinha de se pôr em risco. A menos que estivesse certa e no meio de centenas de rapazes, houvesse o rapaz que ela queria descobrir. Sentia-se a corar quando pensava no seu salvador. HwaYoung respirou o ar fresco da manhã que entrava através da pequena janelinha que estava aberta no quarto delas. EunMi dormia e EunSol estava a ler algo.





HwaYoung, sorri: Bom dia~





EunSol, ri-se baixinho: Shiu, aquela ainda vai no décimo sono...





HwaYoung, ri baixinho: Desculpa... – Faz-se silêncio. – EunSol, já comeste hoje?





EunSol, larga as pantufas: Deh, mas posso ir contigo se quiseres.





HwaYoung, sorri: Kasamnida~ Deixa-me só trocar de roupa...





EunSol, olha com tristeza para HwaYoung a agarrar na sua roupa semidesfeita e rota nalgumas partes do tecido: Tens mais alguma roupa sem ser essa?





HwaYoung, vira-se para EunSol: Aniyo... só esta.





EunSol, vasculha na sua roupa e encontra uns calções de ganga e uma túnica colorida: Achas que te serve? Ou preferes umas calças?





HwaYoung, sorri: Aqui dentro não está frio, por isso acho que está bom. Gomawo~





EunSol, olha para HwaYoung novamente: HwaYoung-ah...





HwaYoung, olha de volta: Sim? Passa-se alguma coisa?





EunSol, calça uns ténis confortáveis: Hmm, estava só a pensar, como precisas de roupa, podíamos ir ver alguma dos perdidos e achados. Eu sei, normalmente estão todas porcas, mas arranjam-se lá algumas decentes... Bem, é o que temos.





HwaYoung, sorri: De qualquer das formas podemos refazê-las caso necessário... isto se houverem condições para isso...





EunSol, sorri e dá-lhe um abraço: Que boa ideia~ E referes-te a máquinas de costura, certo? E tecidos, e materiais dentro do mesmo género... eu penso que há~ se não houver recorremos à roupa dos perdidos e achados e à máquina de lavar.





HwaYoung, sorri: Boa~ mas achas que as stôras nos vão deixar ir para lá?





EunSol: A stôra Moon deve deixar, ela preocupa-se muito connosco, embora pareça um bocado amarga às vezes...





HwaYoung, calça-se e penteia-se: Bem, sendo assim comemos e vamos lá, certo?





Academia Medhusa, no refeitório da escola





ChanHee, sorri para o seu prato: Torradas...





Jake, bate no cotovelo de CheolYong, que devora as suas: Ele está a delirar, certo?





CheolYong, engole o pedaço de torrada que estava a comer: Acho que ele está a ver coisas... ele só age assim quando vê revistas ou vídeos de conteúdo inapropriado...





ChanHee, faz beicinho: Aniyo, de que nos servem os androids se não for para isso? Mas eu nem estava a pensar nisso, apenas gosto de torradas... Mas graças a vocês agora estou a pensar em gajas. Obrigada...





Jake, ri-se e brinca com a sua torrada: É impressionante como este gajo consegue falar de pornografia e de gajas nuas e ainda parecer e agir de forma inocente...





Sunwoong, senta-se na mesa com eles: Quem é que está a falar de gajas e parece inocente?
Uma chuva de dedos, incluindo o seu próprio, voam sobre a cabeça de ChanHee, que se deixa descair para o tabuleiro, e visualiza HwaYoung de perfil, na fila quase nula do refeitório, assim que abre os seus olhos negros e repara nela, sem querer saber do leite na sua cara – porque deixou cair a cabeça em cima da sua caneca de leite com café.





ChanHee, faz um sorriso perverso: Damn, gosto...





Sunwoong, olha para ele colocando a cabeça de lado: Ele está a alucinar?





Jake, endireita-o para cima e chapa-lhe com o guardanapo na bochecha: Acorda...





ChanHee, com um sorriso perverso mais acentuado: Ela não é mesmo boa?





CheolYong, olha para lá: Quem?





ChanHee, limpa o leite da cara: A HwaYoung...





Sunwoong: A aluna nova?





ChanHee, sorri e come o resto da torrada: She has nice breasts...





Jake, olha espantado para ele: A sério? Agora também fantasias com as nossas colegas? Ainda por cima ela deve ser tua noona...





ChanHee: I don’t care, ela é gira e boa... e é mesmo querida...





CheolYong, olha interessado: Estás apanhadinho por ela... só pode...





ChanHee: Nop! Ela chegou há uma semana...





Jake: Como é que sabes se ela é querida?





DongHae, senta-se perto deles: Quem é que é querida?





CheolYong: Olha para trás de ti.





ChanHee, olha para trás e sorri: Já vês.





EunSol, sorri para todos: Podemo-nos sentar aqui?





Sunwoong: Por mim tudo bem. – Ergue a mão unindo o indicador e o polegar.
Jake, faz o mesmo gesto que o anterior: Podem, claro que sim~





ChanHee, olha para ambas: A minha irmã?





HwaYoung, sorri e aponta para ela: Olha, deve ter acordado agora... – Olha para ele e senta-se na mesa na cadeira ao lado. – Annyeong ChanHee-ah~





ChanHee, completamente vidrado nela: Annyeong! Como está o teu braço?





HwaYoung, sorri uma vez mais e dá uma dentada na torrada: Bem, está muito melhor, mas ainda não está completamente recuperado... foi um golpe um bocadito profundo ainda... a sorte é que não aconteceu mais nada, foi só esse golpe.





ChanHee, bebe o seu leite com café: Ainda bem... estás a gostar da academia?





HwaYoung, sorri para ele e bebe um pouco do seu leite com chocolate.
Jake, quebra o silêncio e sorri para ela: HwaYoung-ah, eu sou o Jake.





HwaYoung, sorri: Acho que já vi a tua cara em algum lado... eu sou a Shin HwaYoung.





Jake, engasga-se com o seu leite: Desculpem... de vez em quando acontece-me isto...





CheolYong, sussurra com Jake: O que se passa?





Jake, murmura de forma quase impercetível: Ela é dos Estrela Vermelha. E é a replacer da lendária lutadora dos Estrela Vermelha, Moon ChanMi, ou seja, a Sra. Moon. Sabes a história, certo?





CheolYong, no mesmo registo que Jake: Então ela é a rainha dos Estrela Vermelha, por assim dizer? Aquela que irá herdar o poder dos Estrela Vermelha?





Jake, olha para ela entretida com ChanHee e sussurra: Pelo que parece...





CheolYong, segreda: Como é que sabes que é ela? Pode ser outra Shin HwaYoung...





Jake, segreda uma vez mais: Eu já a tinha visto uma vez. Sabes que eu sou dos Coiotes da Meia-noite vindos de Tokio, certo? Bem, nós combatemos, e eles venceram, então depois vim para cá. Espera. E se ela os traiu?





Academia Medhusa, quarto de JaeYoung e Jessica





Jessica tinha-se afastado o máximo que podia de JaeYoung nos últimos dias por ter medo da última. Estava habituada a ela, mas ter ficado presa no espelho fora sem dúvidas, uma experiência que não queria repetir, ainda por cima quando JaeYoung corria portando o espelho na mão, experiência que a fazia querer vomitar. Piscou os olhos duas vezes, vendo através do beliche de cima, e viu a colega jogar Pinball no seu android. JaeYoung estava acordada, e por isso ia esperar que ela adormecesse. Mas ela fechou os olhos mal a viu movimentar-se através da sua visão com sensores de calor.





JaeYoung: Jessica-ssi, estás acordada? – Não obteve resposta. – Continuas chateada comigo por causa daquilo do espelho? Eu queria apenas ver o que aquela aluna nova ia fazer, mas depois apareceu o Yeon ChanHee e arruinou tudo, e por isso tive de fechar o espelho e fugir. Desculpa, a sério, não te quis magoar, sabes que és uma das pessoas às quais eu estou mais ligada aqui dentro... Eu sei que me consegues ouvir, vejo os teus olhos semicerrados apenas~ e sabes que eu consigo ver os teus olhos a mudarem de tonalidade, certo? É que não sei, não é por nada, mas operam como uma câmara...





Jessica, abre os olhos e salta do beliche: Se não me prenderes de novo no espelho...





JaeYoung, sorri e abraça-a: Aigoo, eu prometo~





Jessica, sorri: A minha pupila faz zoom, não é? E quando pestanejo duas vezes, a minha visão muda, e muda a cor dos olhos ligeiramente... já tinha reparado nisso...





JaeYoung, acena afirmativamente com a cabeça: É isso. Se uma pessoa olhar de perto e reparar, percebe isso bem, sem a menor das dificuldades. Por falar nisso, tenho umas lentes de contacto novas, se calhar ficavam-te bem e dava para esconder um bocado...





Jessica, ri-se: E já agora pintas o meu cabelo da mesma forma que o teu e fazes-me maquilhagem permanente como a tua... que não te conhecer que te compre!





JaeYoung, ri-se: Vale a pena tentar... – Adota uma postura mais séria. – mas olha, fala com a stôra Ham, ela há de te dizer o mesmo...





Jessica, suspira e senta-se na cadeira de escritório do quarto delas: Até agora ninguém reparou, acho...





JaeYoung: Mas e se repararem? Já pensaste nisso? Por exemplo, se te apaixonas por um rapaz que não conhece a tua capacidade e o laboratório, se ele eventualmente investigar e perceber que és diferente, rapidamente chega à conclusão de que eu e os outros somos diferentes. E se isso acontece? Bem, o mundo vai revoltar-se e vai ser uma guerra entre os civis normais e os geneticamente alterados, inclusive, pais vão se revoltar contra os cientistas e contra nós. Porque vão pensar que todos nos influenciámos uns aos outros. Não vão querer explicações nossas, indo apenas nos julgar e matar. Sim, porque o mundo está doido. E como evitar tudo isso? Escondendo as nossas capacidades. É simples.





Jessica, bufa: É simples para ti esconder... mas e eu?





JaeYoung, faz o peace sign com os dedos: Usas as lentes de contacto.





Jessica, bufa: Mostra lá as lentes de contacto então...





Academia Medhusa, no refeitório da escola





Os rapazes, EunMi, recém-chegada com o seu tabuleiro, EunSol e HwaYoung tomavam ainda o pequeno-almoço e conversavam com os rapazes, até que dois irmãos chegaram até à mesa, os irmãos Kim, Taemin e JongIn. Eles pousam os tabuleiros em cima das mesas.





JongIn: Podemo-nos sentar? Isto se não se importarem...





Taemin, dobra as suas costas fazendo uma vénia aos restantes: Decidiram vir todos ao mesmo tempo tomar o pequeno-almoço, suponho, e agora as mesas estão cheias... Pedimos desculpa se vos estamos a incomodar ou algo do género...





ChanHee, sorri: Não faz mal e definitivamente não incomodam~





Jake: Sim, sentem-se aqui connosco~





JongIn: Kasamnida.





Taemin: Acho que devíamos começar a darmo-nos...





ChanHee, sorri: Concordo plenamente~





DongHae, debruça-se sobre a mesa: Sabem o que eu ouvi dizer por aí?





EunMi, engole o seu comprimido discretamente com um copo de água: O quê?





Jake, ri-se: Vêm mais raparigas novas para a escola ao ponto de agora terem de haver quartos mistos? Ou é algo desinteressante?





ChanHee, recorta um bigode com os dedos no seu guardanapo e mete-o à frente da sua boca: Bem, isso é algo sem fundamento, Sr. Park. Porque diz que o Sr. Yeon é mais perverso que o senhor quando se verifica exatamente o oposto? É impercetível...





HwaYoung, desmancha-se a rir com o ato de ChanHee.
ChanHee, vira-se de frente para ela com o mesmo bigode feito de guardanapo, olhando sério para ela, sorrindo um pouco: Acha piada, menina HwaYoung?





HwaYoung, recompõe-se ainda rindo um pouco: Perdoe-me.





EunMi, pisca os olhos várias vezes: Oppa, o DongHae sunbae quer falar...





ChanHee, olha para DongHae ainda com o bigode: Desculpe caro senhor, prossiga.





DongHae, ri-se um pouco e baixa o tom, debruçando-se mais sobre a mesa: Como eu ia a dizer, eu ouvi por aí que hoje haverá um evento. No exterior. Várias pessoas planeiam sair esta noite e ir à festa que se realizará numa discoteca qualquer. Acho que não é em nenhum território, por isso, não haverá problema.





EunMi, sorri matreiramente: Uma discoteca?





ChanHee, faz beicinho à irmã: Tu há dias disseste-me que não querias que saísse daqui da Academia, EunMi-ah... E agora queres ir?





EunMi, protesta: Tu sabes como escapar da escola sem ser visto...





ChanHee, olha para ela com cara de assassino por ter falado de mais: Todos sabem, basta serem astutos e inteligentes, além disso a nossa escola é quase só alunos de elite, com notas muito boas e especializados em certas disciplinas, como todos sabem, e como sabes também, sou bom a esconder-me, a saltar... por isso nunca fui apanhado.





Sunwoong, olha para todos: Podíamos ir todos... se quiserem.





Taemin, olha preocupado: E não é perigoso?





JongIn, ri-se: Claro que não. Não sejas medricas, hyung~





Taemin: Eu não sou medricas...





JongIn, sorri de forma matreira: Então desafio-te a ires comigo.





Taemin, olha para ele com ar de desforra, devido aos jogos de futebol: Desafio aceite.





Hyomin, quebra o círculo ao enfiar a sua cabeça dentro deste, sorrindo: Desafio?





Jake, sorri: Annyeong Hyomin senpai~ Deh, estamos a falar de logo à noite, várias pessoas andam a falar nisso, em logo à noite fugirem da academia para irem.





Hyomin, sorri ainda mais e senta-se na cadeira vaga na mesa ao lado de HyeYeon, que veio com ela: Oh, aquilo daquela discoteca aqui perto do Medhusa? Ouvi dizer que aquilo é enorme... além disso, ouvi várias pessoas a falar nisso.





EunSol, fala em tom baixo: EunMi-ah dongsaeng, não sei se vá...





HwaYoung, faz beicinho para EunSol: Vamos todos~ Assim ninguém se sente deslocado ou desiludido por não ter ido... – Olha para o relógio na parede. – Aigoo, EunSol, temos de ir tratar daquele assunto... temos de ir procurar a Sra. Moon...





EunMi, vira a cabeça um pouco, curiosa: O que vão fazer?





HwaYoung, fala baixinho: Eu preciso de roupa nova...





EunMi, sorri e levanta-se: Até logo, rapazes, Hyomin e HyeYeon~





ChanHee, segura-lhe o braço: Vais logo à noite?





EunMi, sorri matreira: Quem sabe?





Academia Medhusa, no dormitório de Huang ZiTao e Lee DongHae





Tao olhava à sua volta, cansado, trouxera o novo beliche para três pessoas juntamente com o professor Yoon GooHee para o seu quarto. Em breve teriam um companheiro de quarto. Quem seria? Seria um aluno novo ou alguém já da escola? Esta pergunta assaltava-lhe a cabeça momentaneamente enquanto se sentava na sua cama nova. Ficara com a última cama, a mais alta. E agora, precisava de comer. Por sorte, tinha um pacote de bolachas consigo, daquelas americanas que já não se fabricavam. Ele tinha dezenas de pacotes dessas dentro de um congelador no seu quarto. Os rapazes que ali estavam antes tinham esse congelador e ao terem acabado os quatro anos na Academia, foram forçados a abandoná-la. Era assim com todos. A academia apenas aceitava raparigas e rapazes desde os 16, mas apenas por quatro anos, e essa era a razão para terem de sair. Tao não parecia importado com isso nesse momento, apenas comia a sua bolacha. E preparava-se para se deitar por um curto espaço de tempo. Tinha estado a varrer após ter sido colocada a cama, e ainda precisava de arrumar as suas roupas e as de DongHae, e meter as roupas sujas na lavandaria, como de costume. Levantou-se e bufou, fechando os olhos.





Tao, boceja e surge um corpo instantaneamente ao lado dele: Aigoo, tenho sono... Ora bem, vais arrumar o quarto e pôr a roupa suja que há aqui no quarto para lavar, vais procurar toda a roupa que estiver suja e a precisar de ser lavada, sabes o que fazer.
O corpo original de Tao subiu as escadas do beliche e deitou-se na cama mais alta, indo o duplicado de Tao arrumar o resto do quarto. O duplicado tomou a voz e a consciência de Tao, também ela copiada para dentro de si, e começou a arrumar as t-shirts e calças que não foram usadas dentro do armário, dobrando-as, e a recolher todas as roupas sujas, colocando-as dentro do seu cesto. O duplicado não ficava cansado por ser duplicado e estar a receber energia de Tao, que já dormia agarrado ao seu panda de peluche. Acabou as tarefas do verdadeiro Tao num instante e dirigiu-se à lavandaria da escola, entregando o cesto à responsável da lavandaria, e voltou para o quarto, sendo sugado por Tao, assim que parou em frente dele e este estalou os dedos lá de cima, após um chamamento do seu outro eu em mandarim.





Academia Medhusa, na sala 128, perdidos e achados





JaeYoung andava perto da sala onde o diretor, seu tio, a deixava cortar os cabelos aos alunos e tratar da coloração – bem como das tatuagens, isto sem ele saber – e aproximou-se de HwaYoung e EunSol, que dirigiam para lá com a chave para abrirem a porta. Abriram a porta e JaeYoung pousou as mãos nos ombros delas.





JaeYoung, sorri: Annyeong~ Perderam alguma coisa?





HwaYoung, age de forma fria sem sorrir para JaeYoung: Sim, eu perdi algumas coisas minhas aquando da minha chegada... Mas obrigada. E já agora, obrigada por dizeres onde ficam os dormitórios masculinos também, assim sei que não devo ir para lá.





EunSol, fala para HwaYoung: Vocês já se conheciam?





HwaYoung: Aniyo, ela disse-me apenas que a enfermaria era no piso do refeitório.





JaeYoung, baixa a cabeça e finge-se arrependida: Oh, mianhamnida... é que a nossa escola anda em mudanças, para albergar mais pessoas, e dantes era lá a enfermaria...





HwaYoung, esboça um sorriso falso por não a achar credível: Oh, está bem então. Mianhamnida então... Se bem que... a sobrinha e encarregada de educação do diretor deveria saber esse tipo de coisas, não é verdade? Lapso teu? Ou foi o teu tio que não te disse que tinham alterado os locais dos serviços escolares? Ou talvez, apenas fosse uma praxe da tua parte, uma espécie de tradição... Ou maldade, também é possível...





JaeYoung, baixa a cabeça: Eu aproveitei-me do facto de seres nova na escola para te pregar uma partida, confesso, mas foi sem más intenções...





HwaYoung, esboça um sorriso: Subiste um ponto na minha consideração através dessa confissão, Song JaeYoung sunbae-nim...





EunSol, abre a porta: Eu vou começando a procurar...





HwaYoung, vai atrás dela: Aniyo, eu vou contigo.
HwaYoung deixa cair do seu pulso o colar que a acompanhava há vários dias e JaeYoung tenta pará-la para lho devolver, mas a porta é fechada na sua cara e volta com ele para a sua sala onde estava apenas ela. Sentou-se sobre a sua cadeira com as botas – de cano alto até ao joelho, compensadas, com salto quadrado e atacadores – e ligou a sua luz, que usava para reparar peças de joalharia.
JaeYoung, usa uma lupa para ver mais de perto: Isto parece ouro combinado com platina, especialmente pela dureza do material... Bem, esta gaja deve ser rica, ou então roubou-o... Espera, eu conheço este colar... MCm... Mas de onde? – Repara no fio partido. – Acho melhor arranjá-lo e depois devolver-lho...
JaeYoung trabalhava no reparo do fio do colar com as suas ferramentas arduamente, com intuito de devolver o colar intacto a HwaYoung, e uma hora ou duas depois, e umas salas à frente, trabalhavam HwaYoung e EunSol, com EunMi que entretanto se juntara a elas, na tentativa de recrear roupas para a primeira, a partir dos tecidos e das roupas estragadas ou perdidas que estavam nos perdidos e achados. HwaYoung marcava e cortava os tecidos, EunMi dava alinhavos e EunSol costurava, trocando os postos tendo em conta as capacidades delas e aquilo que sabiam fazer. HwaYoung reparou numa t-shirt azul água, grande e larga com uma nódoa impossível de tirar entre a zona do peito e a do colarinho e cortou-a, removendo essa nódoa, marcando depois o tecido através duma régua e dum giz.





HwaYoung, estende a mão a ela com o tecido para ela espetar a agulha: EunMi, passas-me a agulha e um desses elásticos, mas um grande? É que já sei o que fazer...





EunMi, passa-lhos: Toma, cuidado para não perderes a agulha, ela é pequenina...





HwaYoung, consente com a cabeça e mede o seu peito e cintura com o elástico.
EunSol, olha para HwaYoung a meter os elásticos em torno da cintura e do peito: Precisas de fita métrica? Ou desenrascas-te bem?





HwaYoung, sorri: Não é preciso, deixa estar, dá para cortar ao meio e ainda me ficar largo, por isso depois corto mais um bocadito para ficar bom.





EunMi, olha para o tecido e levanta-o um pouco: Este tecido é um bocadito pesado...





HwaYoung, sorri abertamente: Não faz mal, o que importa é sair daqui roupa~





EunMi, olha para ela: Então e hoje? Sempre vais?





HwaYoung, acena afirmativamente com a cabeça: Sim~ Isto se vocês me emprestarem sapatos... e de roupa... tenho isto de agora e o meu casaco, por enquanto, e as outras peças que já fizemos, aquela t-shirt larga com o desenho feio nas costas, na qual fizemos aquele buraco no sítio do desenho e metemos o elástico, as calças de ganga boas na perna mas largas na cintura, o bolero que se estava a descoser e que repusemos os apliques e aquelas leggins que estavam rotas.





EunSol, sorri e aponta para o cesto da roupa já lavada que fora trazido por EunMi: Tens aí um par de calças de ganga que está bermuda numa perna e calça comprida na outra, e como elas são largas em baixo e são o mesmo número que as outras, devem servir para calções...





HwaYoung, sorri enquanto corta e alinhava os elásticos na t-shirt ao seu gosto: Aigoo, gomawo~ Sinto-me tão feliz~





Exterior do edifício da Academia Medhusa, no descampado, 11:20pm





Jake e ChanHee estavam decididos a quebrar as regras. Jake olhava para todos os lados e com impulso, Jake libertou as suas asas de anjo e voou para fora, bem como ChanHee usou a sua velocidade para o levar até à floresta que havia crescido perto da Academia. A zona com menos lodo e poluição do Hangang alimentava esta floresta de pequena escala. ChanHee quase caiu e rebolou na terra, mas Jake segurou-o e pousou-o no chão. Jake tinha mandado uma mensagem a Sunwoong para que ele viesse e chamasse quem quisesse, e claro, usasse a sua capacidade como forma de escaparem sem serem apanhados. Sim, ele seria uma ponte. Ele apareceu no descampado, no cimo da escola e ergueu os braços, fazendo dos seus braços bocados de rocha e cimento e algo indestrutível.





Jake, grita a sussurrar para os que começavam a passar: Despachem-se~
EunMi limitou-se a passar encolhida pela câmara – devido à presença de pessoas que desconhecem as capacidades de alguns deles – até que HyeYeon manipulou a câmara de vigilância, virando-a para o outro lado. CheolYong, DongHae, Tao e até mesmo DoSeok atravessavam a ponte – que alguns pensavam ser um bocado de madeira – seguidos pelas restantes raparigas, desde HwaYoung até a Hyomin e Jessica e mais alguns alunos da academia. Apenas JaeYoung, do grupo de conhecidos dos presentes, não sabia de nada e não iria. Nem os professores nem o tio desta podiam saber, especialmente os progenitores dos irmãos Kim e de HyeYeon, ambos os pais professores na respeitada Academia Medhusa. Todos estavam a dormir, para qualquer dos efeitos, a começar por Sunwoong, que estava quase a dormir em pé – ou em posição de ponte – devido à quantidade de tempo que havia passado para aquelas cerca de 30 pessoas passarem. Isto sem contar com ele próprio ou com Jake ou ChanHee. Apenas os que usaram a ponte. Ele teria de esperar que todos passassem por cima de si para depois poderem ir para a discoteca. Os rapazes e raparigas infiltravam-se pela floresta de dimensões muito reduzidas e ouviam colunas rugir, transmitir a sua raiva através da sua garganta arranhada pela música que cantavam, quase a rebentar os nossos ouvidos. Sim, sou uma pessoa, não sou uma narradora qualquer. Como estava a dizer, HwaYoung não se sentia minimamente incomodada com o barulho vindo da discoteca, aliás, um sorriso perverso surgia nos seus lábios para espanto de muitos. Não de admiração mas perversão. Parecia puro masoquismo, apreciar as colunas furiosas a rasgarem os seus tímpanos, fazendo-os sangrar. Poderiam sangrar com tal barulho, mas não estavam, era apenas um exagero da minha descrição. Continuando, enquanto alguns rapazes e as raparigas tapavam os ouvidos, em contraste, tal como fazia HwaYoung, também ChanHee apreciava a música. Ouvia sempre músicas daquele género, pareciam músicas de há séculos, o que eles decidiram chamar de ‘música vintage’, à semelhança dos que viveram na altura daquela música. Era mexida, eletrónica, fazia uma pessoa sentir vibrações, render-se ao som e senti-lo. Sunwoong já os acompanhava e corria para junto deles, passando despercebido entre as trinta e tais pessoas que tinha perto dele, aos olhos daqueles que desconheciam que ele era essa tábua que eles haviam pisado há minutos. Entraram no edifício, ChanHee olhava a toda a volta para todas as raparigas que o miravam de alto a baixo com um sorriso perverso, à espera que ele caísse na armadilha de sorrisos e beijos como se fossem hienas, mas os seus sorrisos desmoronaram ao ver HwaYoung. Todos prestaram atenção a HwaYoung, que se escondeu dos olhares atrás de ChanHee. Jake foi para junto de CheolYong e falou-lhe ao ouvido.
E eis a música. Por favor, oiçam caso pretendam, mixed by me, and supposed to be the DJ's ballads. Sim, meninos, eles dançaram esta(s) música(s)~

Jake, diz-lhe ao ouvido: Vês a cara deles ao olharem para ela? Ela não é o que mostra.



CheolYong, olha para eles: Jake, já viste a cara deles bem? Bem, eu acho que não estão propriamente felizes por a verem... já pensaste bem se ela os traiu?



Jake, olha para alguns deles: Bem... parece, realmente... olha, tens katana ou alguma arma por aqui? – Faz um sinal para algumas katanas em frente deles.
CheolYong, engole em seco mal vê as katanas perto de algumas das pessoas que olham HwaYoung daquela maneira intimidatória: Aniyo... achas que devemos correr?



Hyomin, intromete-se na conversa dos dois: A HwaYoung é aquela Shin HwaYoung?



Jake, olha para ela e mete o seu dedo em frente da boca pedindo segredo através desse ato dele: Aparentemente... olha, tens alguma arma?



Hyomin, acena afirmativamente: Tenho uns discos em forma de estrela de dezasseis pontas tipo lâmina e tenho ainda dois socos ingleses. Mas olha, eles olharam para ela, mas podem deixar de olhar... achas mesmo que será preferível começarmos uma guerra, a qual podemos perder? Pior, se isso chegar aos ouvidos do diretor? E se houverem baixas nossas? Ou se alguém dos nossos se ferir?



Jake, olha para ela: O mais provável é derreteres as armas deles antes de eles nos tentarem aniquilar... Espera, isso é uma boa ideia... tu chegas perto de alguns em caso de urgência, seduze-os, derretes e deformas-lhes as armas e depois vais te embora.



Hyomin, olha para ele com os braços cruzados: Eu tenho cara de oferecida?



Jake, ri-se: Todas as que aqui estão tirando as nossas colegas têm, admite-o.



Hyomin, sorri matreiramente: Tive uma ideia melhor que os vai deixar confusos... vamos usar a dança para os despistar.



Jake, olha confuso para ela: ‘Vamos’?



Hyomin, espeta o seu dedo na bochecha dele: Sim, nós os dois e o resto do pessoal. Se dançarmos, vamos fazê-los perder de vista a HwaYoung e assim não a vão poder atacar ou lhe fazer mal. É verdade que são umas bestas, mas têm bom censo e não disparariam à toa nem nos espetariam katanas pelas costelas abaixo.
Hyomin segreda a todos os que se encontram perto de si para que possam passar a mensagem até HwaYoung e até à ponta do outro lado para que ponham o plano decente de Hyomin em marcha. O que ela não tinha pensado era no número superior de rapazes entre os fugitivos da Academia. Mas isso não era importante. A menos que subitamente houvesse uma ou mais baladas a tocar, enquanto a DJ beberia uma bebida frutada à base de vodka, uma qualquer, algo que a permitisse trabalhar na mesma e fazer trabalho de DJ, enquanto nos intervalos um grupo de quatro rapazes e raparigas cantaria e tocaria as músicas nesse espaço de tempo. E parecia ser o caso, visto que a dança requeria mãos nos pescoços e cinturas e estava já no fim.



Hyomin, sorri e segreda a Jake de forma quase impercetível: ・ゥ・゚・イ・ウ・n・キ・ス・゚・ノ・A・ツ・ワ・・・A・・・フ・・・・・ツ・ゥ・゙...



Jake, olha para ela sem ter percebido devido ao barulho: Hm? O que disseste?



Hyomin, volta a falar nesse tom de voz: ??・フ・・・・・ツ・ゥ・゙・B



Jake, olha para ela, corando um pouco e fingindo-se de desentendido: Continuo sem perceber nada do que estás a dizer...



Hyomin, agarra as mãos dele e coloca-as na sua cintura de forma discreta: É só isto.



Jake, agarra-se às ancas dela suavemente enquanto ocultam HwaYoung dos olhos dos homens e mulheres portadores de armas através daquela dança: Oh, arasseo...
Mas parecia que o plano em breve fracassaria. Não a podiam ocultar para sempre, os rapazes e raparigas dançavam, HwaYoung bufava por ter de dançar esse tipo de dança, sem dúvida não se adequava a ela, nem nunca pensou ter de dançar com um rapaz para evitar morrer, principalmente uma música em que era estritamente necessário haver contacto físico de forma tão... bem, agarrar ancas e pescoços, uma coreografia suscetível a beijos, romance, romantismo, amor... ainda por cima, não era o tipo de rapaz mais alto que ela, ChanHee era exatamente da mesma altura que ela, talvez uns centímetros mais alto, devido aos saltos dela. Foi então que reparou na pele dele, tinha algumas cicatrizes, e uma no pescoço um pouco mais recente. A luz fazia da pele dele apetecível, reluzente e branca, contrastando com o cabelo negro de nuances roxas que davam vivacidade ao seu rosto pálido. HwaYoung olhou em volta tentando perceber se a seguiam com o olhar, e vendo que não, agarrou-se ao pescoço de ChanHee chorando silenciosa e discretamente, não lhe permitindo saber o que se passava. ChanHee olhava para os seus cabelos tão rosados quanto uma rosa a florescer à luz que os rodeava, e sentiu vontade de a confortar por aquilo que fosse, mas por não saber aquilo que era, não pode fazer nada a não ser afagar o seu cabelo suavemente e dançar de forma mais lenta com ela. HwaYoung dançava com os seus pés em cima dos de ChanHee, e isso dava a imagem de que ela adormecera enquanto ele a segurava. Mas não, ela passava os dedos pela ferida, e o tempo parou. Viu os olhos brilhantes e preocupados de ChanHee assim que ele deixou de dançar, a cicatriz dele, os cabelos esvoaçantes e roxos e olhou para trás discretamente e sem se mexer muito e viu pessoas com cicatrizes e um símbolo semelhante a duas diástoles sobrepostas com linhas onduladas nas pontas destas como se tratassem de tentáculos de algum molusco tatuadas a tinta prateada na face das pessoas. Eram Coiotes da Meia-Noite, inimigos dos Estrela Vermelha, entre os quais, uma rapariga que apunhalara HwaYoung pelas costas há tempos, Ryu Jaekyung, parte desse gang. A música recomeça de novo, desta vez uma música de discoteca, daquelas que dão pica. Jaekyung mirava HwaYoung com um sorriso matreiro nos lábios e encara-a com a sua tatuagem reluzente e o seu motojacket negro com uma ligeira camada de plumas negras e azul meia-noite no colarinho do mesmo.



Jaekyung, atira-lhe uma katana para os pés: Então, Shin HwaYoung... com que então traíste os Estrela Vermelha... sabes que esperei anos para te ver rastejar e chegar ao zero, não sabes? – Ri-se e tira a katana de trás das suas costas. – Não vens dar um abraço à tua priminha?



HwaYoung, tira uma navalha de trás de si e prepara-se para a atirar caso necessário: Podias ter ido tu para o poder no meu lugar, afinal ambas nos tornámos traidoras...



Jaekyung, ri-se: Sabes, a Academia Medhusa ajudou-me a chegar ao poder mais facilmente... e desde que traíste os Estrela Vermelha, nós fizemos investidas...



HwaYoung, olha-a nos olhos sem ser intimidada: Sua–



EunMi, mete a mão no ombro de HwaYoung: Não faças nada, vamos perder...



HwaYoung, sem tirar os olhos de Jaekyung: Vocês sabiam?



EunSol, morde o lábio: Bem, o Jake reconheceu-te...



Jake, acena afirmativamente: Bem, lutámos um contra o outro uma vez...



ChanHee, para Sunwoong: Acho que isto vai dar molho...



Sunwoong, responde-lhe: Eu vou andando para a escola para o pessoal fugir para lá... vai dizendo para irem num instante, eu consigo lá chegar rápido.



ChanHee: Certifica-te que a minha irmã vai convosco por favor...



Jake, olha para ChanHee: E nós ficamos?



ChanHee, puxa o ombro de HwaYoung: Acho que é melhor irmos...



HwaYoung ainda a encarar Jaekyung: Eu tenho de a fazer pagar por tudo, vão vocês, não vos quero arranjar problemas...



ChanHee: Por favor, deixa-a e anda, não arranjes problemas por causa de alguém que não merece... porque ela não merece, nem ninguém merece a pena. A guerra não vale a pena, HwaYoung. Já devias saber disso, caso contrário não terias ido para a academia.



HwaYoung: Aniyo, eu tenho de ficar. Além disso nem fui por causa disso... apenas queria recomeçar de novo, e uns acontecimentos recentes permitiram-no.



ChanHee: Sendo assim, ficamos aqui contigo.



EunMi, bate no ombro de ChanHee: O Sunwoong encontrou várias armas lá fora, eu vim só trazê-las. Prometo que volto para a Academia...



ChanHee, sorri e dirige-se para HwaYoung: Precisas de uma katana?



HwaYoung, engole em seco: Tenho ali uma... mas eu não consigo manejar... consigo, mas tenho um episódio do meu passado que não me permite fazê-lo...



ChanHee, olha-a nos olhos: Mataste alguém?



HwaYoung, acena afirmativamente de forma lenta: Fui obrigada...



ChanHee, sorri matreiramente: Ocupa-te da gaja, eu trato dos outros.
A música mudou de ritmo e Jake, ChanHee, CheolYong, DongHae, Tao, EunSol, HyeYeon, os Kim, os Jang, Jessica, Hyomin e os restantes possuidores de capacidades especiais receberam cada um uma arma e os que não tinham mais juntaram-se a alguém e aí começou a ‘festa’. ChanHee ocultou-se dos olhos de HwaYoung e correu mais rápido que os homens e mulheres pelos quais passava, golpeando-os sucessivamente até deixar um rasto de sangue atrás de si, sem um único golpe de katana na sua pele. Já Jake, transferia os golpes com destreza, sem fazer as suas asas saírem, embora estivesse perto disso. Por essa razão, mantinha-se costas com costas com Hyomin, que recebia todas as lâminas com as suas mãos, derretendo o aço delas, deixando-as apenas com um cabo, e passando a mão de seguida na cara daqueles que a tentavam atacar, deformando-as e matando alguns através disso. Jake olhou para ela e engoliu em seco, sendo salvo por Tao, que lhe deu um pontapé no crânio com tal força, agilidade e destreza, que se fraturou assim que tocou o chão duro, criando fios de sangue por todo o lado, salpicando-os com o sangue. Taemin apenas usava as suas técnicas de artes marciais, e JongIn protegia-o dos golpes ao cobri-lo, enquanto HyeYeon movia copos e tudo aquilo que podia para os magoar através da mente, incluindo vidros, e EunSol usava o seu sopro para os tornar incandescentes, e mandava bolas de fogo a todos os que se aproximassem dela. HwaYoung e Jaekyung lutavam entre si, havendo já cortes um pouco profundos nos seus corpos que suavam e inevitavelmente paravam de vez em quando para ganhar fôlego e lutar pela vida. Já haviam tiros no ar, um deles fez explodir um barril com algo tóxico perto dos Jang e de DoSeok que trocavam tiros com pessoas dos Coiotes da Meia-Noite, começando a ficar já afetados pelo fumo proveniente dos barris. CheolYong correu para trespassar com a katana os homens que disparavam contra aqueles três – ou pelo menos distraí-los a ponto de ajudar os restantes a fazer ‘tiro à garrafa’. Um deles escapuliu-se e foi para junto de HwaYoung e Jaekyung, disparando em direção à primeira várias vezes, ferindo o ombro de Jaekyung da primeira e quase acertando em HwaYoung, que fora salva do nada por ChanHee, que chegara perto dela em segundos, fazendo-a deixar cair a katana no chão, caso contrário teria sido um headshot certeiro. Enquanto ele salvava HwaYoung, os restantes mataram aqueles que ChanHee não tinha matado, visto que ele tinha matado mais pessoas que qualquer outro rapaz ou rapariga da academia.



HwaYoung, sorri e olha-o nos olhos, ainda um pouco em transe: És tu?



ChanHee, com ar confuso: Eu o quê? Corri o mais depressa que pude, apenas fiz carrinho e foi mais rápido, e depois continuei a correr. Tu é que estavas em transe...



HwaYoung, sorri e deixa-se cair nos ombros dele, fechando os olhos: Oh, mianhe...

ChanHee, sorri e leva-a ao colo atravessando Sunwoong, de novo transformado em tábua:
Em breve será apenas uma recordação e serei apenas o ChanHee, noona...
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MensagemAssunto: Re: [CAPÍTULO 2 - 121207] Academia Medhusa - Mirror Mirror On The Wall   Sex 7 Dez - 22:06:26

OMG OMG OMG
ADOREI LE MOMENT COM A HYOMIN E KRJHGFTJKTHJK
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MensagemAssunto: Re: [CAPÍTULO 2 - 121207] Academia Medhusa - Mirror Mirror On The Wall   Sab 8 Dez - 20:15:06

sabes uma coisa? quero mais ^^
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MensagemAssunto: Re: [CAPÍTULO 2 - 121207] Academia Medhusa - Mirror Mirror On The Wall   Dom 9 Dez - 13:01:19

Gotta wait for a while, saeng~ -ChanHee says-

Ainda vou na segunda página TT
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MensagemAssunto: Re: [CAPÍTULO 2 - 121207] Academia Medhusa - Mirror Mirror On The Wall   Sex 15 Fev - 22:11:05

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MensagemAssunto: Re: [CAPÍTULO 2 - 121207] Academia Medhusa - Mirror Mirror On The Wall   Sab 2 Mar - 15:07:41

Ameeeeei!
Já te tinha dito que amo a maneira como escreves.. está tudo perfeito mesmo, só te faltou uma coisa.. No fim quando descrevias como cada um lutava, não mencionaste a Jessica.. fiquei curioso em como é que ela ia lutar se o "poder especial" dela é apenas a visão.. foi só mesmo isso~

CONTINUA!
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MensagemAssunto: Re: [CAPÍTULO 2 - 121207] Academia Medhusa - Mirror Mirror On The Wall   Dom 3 Mar - 19:11:51

Ok, prontes, eu posto. /dies;



Na manhã seguinte, miraculosamente, HwaYoung estava na sua cama, deitada e coberta com os cobertores, e debaixo da almofada, preso à sua pulseira, estava um bilhete. Ela estava ensonada, com pensos nos seus braços e com o pijama vestido, sem sequer se lembrar de nada. Apenas se lembrava de ChanHee na noite anterior, a tez pálida que ficara ainda mais pálida naquele momento de tensão. Parecia ter ficado sem uma pinga de sangue, tudo em torno dele era mais colorido do que ele, até a sua franja parecia garrida quando comparada com a sua pele. HwaYoung estava toda arranhada e cortada, e doíam-lhe demasiado as mãos. Ela tinha mesmo tomado a katana como sua, vencera isso, mas não Jaekyung, que se devia estar a rir da sua prima naquele momento. HwaYoung abriu os olhos e viu o papel dobrado e preso com um aramezinho à sua pulseira.

«Por mais que as pessoas te digam que tenhas cuidado e precaução, tu avanças em frente e arrasas o mundo de forma a mostrar quem és realmente, mas por favor, não te ponhas em risco. Não faças aqueles que te amam sentir um vazio, ignora a violência, aprecia o mundo tal como ele é, porque foi isso que faltou aos nossos antepassados. Sei que tens o poder para mudar o mundo, por isso usa-o. Yeon ChanHee.»

HwaYoung sorriu e levantou-se a correr para procurar uma caixa. Precisava de uma caixa. Nunca antes necessitou tanto desse objeto ou de qualquer outro. Apenas queria uma caixa para si, nem que fosse pequenina. Guardou o papel no seu bolso e procurou o colar do seu salvador. Nada.

Academia Medhusa, no quarto de JaeYoung e Jessica
Jessica tinha chegado ao quarto à uma da manhã na noite anterior, algo que era pouco comum, principalmente vindo dela. Soube bem dançar e soube bem a pica de evitar ser trespassada por balas ou lâminas de armas brancas. E o correr incansavelmente a ponto de os outros a perderem de vista. Dormia ainda, pois começava o segundo período no dia seguinte apenas. Último dia, ultimar preparativos para o dia seguinte e descansar como se não houvesse amanhã, uma antítese interessante proposta por professores, funcionários e alunos. JaeYoung olhou para ela e viu os olhos de Jessica completamente fechados. Estava a dormir. Decidiu vestir-se e atar o seu cabelo de diversas cores numa trança, fazendo o seu cabelo parecer um arco-íris emaranhado em si mesmo, dispondo as cores de forma mais em ziguezague, conforme fora feita a trança. Escolhera a roupa e deixara o gravador com uma mensagem para Jessica, para ela ouvir mal acordasse. Agarrou ainda no colar que HwaYoung havia perdido e colocou-o perto de si com a intenção de o devolver. E mal ia a sair à porta, Jessica balbuciou algo, começando a despertar enquanto o fazia.

JaeYoung, corre para os beliches, abanicando-lhe as pernas com a mão: Jessica, acorda... preciso de falar contigo... vá lá~
Jessica, boceja e abre os olhos lentamente: Diz-me lá... o que se passa?
JaeYoung, inicia um interrogatório: Ontem à noite estavas a fazer o quê?
Jessica, senta-se na cama: Precisei de ir apanhar ar fresco, fui buscar uma garrafa de água, uma ou duas bolachas e sentei-me a comê-las lá fora, no descampado.
JaeYoung: Eu não fui verificar nem sequer te procurei... mas ao menos podias ter avisado... eu sabia lá onde estavas~ podias até ter caído na sanita, mas ao menos avisavas, queria ter falado contigo ontem, mas agora já não é muito relevante...
Jessica, torce a cabeça em sinal de curiosidade e dúvida: Era sobre o quê ao certo? Aconteceu alguma coisa grave contigo? Ou com alguém? O que é que se passou?
JaeYoung, sorri: Aniyo, não é nada, já resolvi esse problema...
Jessica, persegue-a ainda assim curiosa: O que era? Diz lá~
JaeYoung, sorri e coça o pescoço com as suas unhas: Foi uma pessoa que partiu e perdeu um colar, mas eu vou já devolvê-lo, apenas tive a arranjá-lo, e estava com dúvidas se o devia reparar ou não... porque podia estar partido há muito tempo, mas verifiquei bem e era recente, por isso decidi reparar o fio... será que fiz mal?
Jessica, sorri: Acho que não... se era recente, então, acho que fizeste bem em reparar...

Academia Medhusa, no refeitório da escola
ChanHee estava em frente à sua taça de almofadinhas de chocolate com leite à espera que algo saísse de lá, possivelmente, que um monstro de bolachas de chocolate o viesse encarar, ou algo. CheolYong e Jake entreolhavam-se, ele estava calado. Na verdade, muita coisa estava diferente desde aquela noite. CheolYong andava com tonturas, quase que desmaiou após aqueles barris terem rebentado de forma tão súbita com os tiros das armas, fazendo-os explodir uns a seguir aos outros quase como que ao rebentar uma fila de balões com uma flecha. Jake olhava-os aos dois com espanto, todos os que haviam ido à festa estavam de alguma forma alterados. Até ele. Ele só se lembrava de um vermelho com um tom rosado e suave, agradável ao olhar, que dá vontade de tocar, misturado com uma cor de pele quase da cor que o leite adquirira com o pouco chocolate neste, apenas com um tom mais rosado. Algo contrastava no meio de tudo isso, mas apenas estava focado no vermelho e rosa. Limitou-se a olhar para os seus cereais e comê-los. CheolYong já tinha comido, e como sempre, EunMi infiltrava-se na mesa onde eles estavam, mas dessa vez, era HwaYoung, e sozinha, vinha com as suas pantufinhas ainda, aquelas que achara nos perdidos e achados que precisavam de ser cosidas e cheias com espuma, com gatinhos de peluche, e que havia cosido e enchido com espuma, como suposto. ChanHee engoliu em seco.

HwaYoung, boceja e senta-se ao lado de ChanHee: Posso?
Jake, sorri: Claro, junta-te a nós~
ChanHee, olha para as olheiras dela: Dormiste mal?
HwaYoung, acena afirmativamente: Tive algumas dores nos braços durante a noite...
ChanHee: Por causa das tuas feridas? Algumas parecem profundas...
HwaYoung, agarra na colher a tremelicar: Também...
ChanHee, olha para a palma da mão dela: Deixa-me ver... – Avalia o corte e as nódoas negras. – És esquerdina ou destra? Destra, certo? Ou escreves com a outra mão?
HwaYoung, olha para a mão: Destra...
ChanHee, rouba-lhe a colher e alimenta-a: Considera-te uma sortuda, porque hoje vou-te alimentar eu mesmo! Agora abre a boca... AAAH~
HwaYoung, sorri e abre a boca esperando pela colherada de ChanHee: Kasamnida...
ChanHee, pousa a colher e olha para ela: Hmm, que disseste?
HwaYoung, agarra a mão dele com um toque mais intenso: Kasamnida por tudo...
ChanHee, agarra a colher para parecer menos nervoso e mais natural: Tudo?
HwaYoung, recebe a colherada e acena afirmativamente: Tu és mesmo querido... preocupas-te tanto comigo que parece que me conheces de há muito tempo, quase como se fôssemos irmãos, ou melhores amigos de infância, depois salvas-me sempre, no outro dia nos dormitórios, ontem no bar, e hoje estás sentado aqui a dar-me os cereais à boca sem comeres os teus, pondo-me em primeiro lugar...
ChanHee, cora um pouco, de modo quase impercetível: As coisas ditas dessa maneira soam de forma um pouco estranha, noona... Eu sou mesmo assim? Tens a certeza que estás a falar de mim, Yeon ChanHee? Com certeza absoluta? Ou isto sou só eu que já estou acostumado a ser adulterado por todos à minha volta?
Jake, olha para HwaYoung chocado: Ele? Querido? Sabes quantas vezes é que ele faz a cama do dormitório? Quase nunca! É desarrumado como tudo! Ainda por cima, ocupa duas gavetas do meu roupeiro para guardar as coisas dele~ Pior! Manda-nos sempre ir pôr a roupa à lavandaria, mas ele nunca lá meteu o rabo~ E ainda há a história de não nos deixar dormir por causa da claridade do android, ou quando decide tocar acordes de guitarra durante a noite no descampado, lá em cima, ou quando–
ChanHee, olha para ele com cara de assassino: Já se percebeu... já agora diz à HwaYoung a cor predominante da minha roupa, quantos pares de calças tenho, conta-lhe dos sapatos e ténis, e se insistires muito, também a cor dos boxers que tenho vestidos... resumindo, não és uma rede social, aliás, a internet já nem funciona...
Jake, dá uma cotovelada em CheolYong: Ajuda-me, hyung!
CheolYong, levanta-se da mesa: Desculpem, mas eu sinto-me maldisposto...
ChanHee, olha para ele: O que se passa, hyung?
CheolYong, empara-se no ombro de ChanHee, na mesa e de seguida levanta-se: Podem ir por o meu tabuleiro depois? Eu estou um bocado maldisposto, parece que vou desmaiar, apesar de ter comido ainda agora... Pode ser?
Jake, agarra nos tabuleiros e vai pô-los.
ChanHee, olha para HwaYoung: Estou confuso... acerca de ontem. Donde conhecias aqueles Coiotes da Meia-noite? Eras parte deles? Ou eras parte de outro gang?
HwaYoung, surpresa: Como sabes que eram Coiotes da Meia-noite?
ChanHee, agita os seus cereais com a colher: É uma longa história... Bem, uma vez matei um Coiote da Meia-noite com uma arma que encontrei para salvar a EunMi. Mas eu continuo a querer uma explicação...
HwaYoung, olha para ele: Eu não era dos Coiotes da Meia-noite, mas... Eu sou, ou melhor, era, uma Estrela Vermelha, e era a potencial líder do gang... Mas eu fui salva da morte por um rapaz alto vestido de preto, e usei isso para simular a minha morte e começar a vida do zero, aqui, sem a minha prima Jaekyung a tentar roubar-me o ‘trono’... Espero que não me odeies por ser essa a minha história, mas eu vim para cá para poder investigar e descobrir o rapaz que me salvou e agradecer-lhe e começar do novo longe dela, e sim, como tinhas dito, lutar contra a guerra. Mas é difícil demais...
ChanHee, abre os olhos um pouco mais: Agradecer? Se calhar, ele só quis que mais sangue inocente não fosse derramado... E vindo para cá? Viste-o vir para cá?
HwaYoung: Inocente? Porque haveria ele de me salvar visto que não sou inocente?

ChanHee encolheu os ombros, ficando sem resposta para tal. Jake voltou e acenou, dizendo que iria a algum lado, algo que se tornou impercetível para mim. Como já tinha dito, sou um eu. Podem-me chamar destino, ou morte, que é o destino para o mundo. Tenho a certeza que só conseguirão vencer as guerras com o amor, fator de união das pessoas. O ódio está próximo disso, mas ambos têm diferenças, são como os gangsters. No fundo iguais mas diferentes, precisando uns dos outros para se desenvolverem em todos os sentidos. O Yin precisa do Yang, tal como o amor do ódio, o homem da mulher, o humano do outro humano.

Academia Medhusa, no quarto de ChanHee, Jake e CheolYong
CheolYong estava a tentar dirigir-se para o beliche do seu quarto, tinha tonturas, parecia que ia desmaiar, tudo aquilo que ele sentia era um delirar constante em torno de si mesmo, dava voltas e voltas sobre si mesmo, via-se a cair embora fosse quase impossível. Estaria mesmo a morrer? Não. Era demasiado estranho para ser a morte. Bem, eu sou o destino e sei que não é ele a morrer, tenho consciência daquilo que tenho traçado em mim. Eu via-o ver-se em câmara lenta, a correr infernalmente pelo quarto, ansiando dormir, cair, sonhar, morrer, algo que o deixasse dormir e sossegar, até que, exausto de ver o seu pó e os seus vultos espalharem-se pela sala, caiu exausto no chão. Aquele era o início da sua nova vida, a sua vida enquanto monstro, digamos. Ele agora era algo diferente dos outros. Como, não se sabia, por eles; se haviam mais, não posso revelar; mas ele agora podia-se teletransportar. Ele próprio via-se a si mesmo em torno de si, de forma esfumaçada, devido à rapidez com que ele mudava de sítio, menos de um segundo, e estava em todo o lado. Abriu de novo os olhos e uma luz clara saiu destes de forma gradual, apagando-se da mesma forma. Meteu-se em pé e teletransportou-se em frente, parando de seguida. Olhou para o corpo, ainda cansado, e olhou para os pés. Não se apercebera e desta vez continuou a andar, até que se cansou e se teletransportou, adormecendo logo de seguida no seu beliche, agarrando a sua almofada. EunMi, que o havia seguido até lá sem ninguém saber, usou a sua capacidade para o cobrir sem ser descoberta e para esperar pelo seu irmão. Ele não iria saber que CheolYong era especial agora, ela sabia que algo estava mal com aqueles barris tóxicos, por isso ninguém mesmo poderia saber. Ela descobrira sobre todos, e viu a sua vida ser alterada, mesmo em frente aos seus olhos. Memórias, capacidades, personalidade, até mesmo a sua doença. Embora dominassem a cirurgia cerebral, era perigoso lidar com tudo isto ao mesmo tempo.

-Flashback de Yeon EunMi-
Na noite anterior, exterior da discoteca

EunMi seguiu atrás de Sunwoong, tal como o seu irmão ChanHee lhe havia dito para fazer. Porém, Sunwoong ouviu uma conversa, e transformou-se em arbusto, engolindo consigo EunMi, que na altura não prestava atenção aos homens em frente destes. Eram de outro gang que não o dos Coiotes da Meia-noite, possivelmente eram dos Estrela Vermelha, por estarem de vermelho e negro.

Homem 1: Se rebentarmos com estes barris usando estas armas, que têm balas com elementos químicos reagentes aos líquidos tóxicos dos barris, eles morrem todos lá dentro, e assim matamos dois coelhos com um único tiro certeiro. Jaekyung e os Coiotes da Meia-noite e a HwaYoung. Devíamos ter visto que seria como a sua mãe...
Homem 2: Ela nem sabia quem era a mãe, como poderia revoltar-se contra nós da mesma forma que a mãe? Isso não é sequer algo discutível...
Homem 1: Não a devíamos ter treinado para nos liderar no futuro, cometemos esse erro no passado e não devíamos ter voltado a fazer tal coisa... foi o maior erro que podíamos ter feito... Eu não queria ter de fazer isto, mas elas são perigosas para o futuro do gang... não há solução... temos de as exterminar, mas mais daqui a um bocado... enquanto isso, tentem por isso lá dentro de forma discreta.

Os homens ordenaram que os barris fossem postos na parte de dentro do estabelecimento, pagando-lhes em platingoolds – as moedas de platina e ouro usadas pelos países que ainda não estavam completamente destruídos, sendo aceites por todo o mundo desde que rebentara a guerra, à escala mundial.

EunMi, sussurra para Sunwoong: Distrai-os, eu vou roubar as armas e entregá-las ao ChanHee oppa... por favor, Sunwoong oppa... eles podem morrer, temos de os salvar!
Sunwoong: Mete-te invisível e leva as armas para dentro o mais rente ao chão possível, caso contrário, irás dar nas vistas... espera, eu tenho um pano aqui para tapares...

Sunwoong dá-lhe o seu pano, – e este era especial, não apenas um pano normal, pois com ele podia mesmo ocultar objetos – usa a sua capacidade metamórfica e corre para perto dos homens, transformado em gato, roçando-se nas pernas destes, miando baixinho. Sunwoong tinha medo que eles disparassem sobre ele, por isso sentou-se no chão apenas a olhar para eles transmitindo um ar querido e sossegado ainda sob a forma de gato. Se eles disparassem sobre ele, ele teria de revelar o seu disfarce.

Homem 1, enxota-o com a mão: Shh, sai daqui, gato...

Os homens estavam distraídos por Sunwoong que com o seu miar havia chamado outros gatos que andavam habitualmente pelo bosque. Eram gatos vadios e o cheiro de Sunwoong não os intimidava em nada, mas eles agiam docilmente com os homens, porque, como toda a gente sabe, os gatos são geralmente dóceis na tentativa de obterem comida. Enquanto Sunwoong tinha medo dos homens e dos gatos raivosos contra si, EunMi deu com o cano de uma espingarda na cabeça de um deles com tal força que o havia feito desmaiar, e seguiu-se o outro, ao qual Sunwoong torceu um braço e o fez, da mesma forma que o outro, desmaiar, ao pressionar um ponto no pescoço do ser humano, que provoca inconsciência por bastante tempo, deixando os corpos encostados à parede exterior. EunMi passou com as armas envoltas no pano que Sunwoong lhe dera pelos homens que colocavam os barris – que nem eram muitos, deviam ser uns sete – e entregou-as a ChanHee imediatamente. Fingiu sair, mas decidiu ficar para ver o que se passaria. Afastou-se do caminho de passagem e ficou em cima de uma mesa ao canto da discoteca, com uma arma, para poder ajudá-los em qualquer coisa que fosse. Ninguém via a arma por estar debaixo do pano, e a que havia escolhido tinha silenciador. EunMi disparara sobre a bola de espelhos sobre a cabeça de um homem e através desse ato, matara-o. Ela ajudara todos, que por causa do silenciador, não a viam. Ela esquecera-se de tomar os comprimidos nessa noite, e por isso, matara aquele homem, e ainda outros dois, que tentavam disparar sobre DoSeok, CheolYong e os Jang, quase como se todos os homens em torno dos barris desejassem morrer. A partir de um dado momento, um dos barris foi perfurado por uma arma inimiga, ao princípio, EunMi deixou cair lágrimas, mas depois apercebeu-se que as balas eram outras, ou seja, o bar não havia nem iria explodir. Saiu para fora ainda invisível e voltou para a escola usando Sunwoong como mota, fugindo dos homens que tentavam fugir do plano fracassado, mas que ainda os perseguiam.

-Fim do flashback de Yeon EunMi-

EunMi sabia o segredo de CheolYong agora, mas ela saiu do quarto, desistindo de falar com o irmão. Foi para a casa de banho feminina e a partir daí, saiu novamente em carne e osso, desejando que aquele segredo fosse apenas um sonho. Agora, mais um deles era um monstro, os loucos haviam feito das suas cobaias seres imbatíveis. Não de propósito, mas de forma inocente e sem ter consciência de nada.

Academia Medhusa, dia seguinte, no anfiteatro da escola
Os professores estavam todos reunidos para dar as boas vindas aos alunos no cimo de um palco no anfiteatro escolar, onde centenas de jovens miravam Ham Haeri de microfone na mão, após os discursos do diretor Song, que deram início às aulas.

Ham Haeri, faz uma vénia perante todos os alunos em frente dela e sorri: Para todos os alunos novos que chegaram apenas agora no segundo período e para os outros que ainda se sentem um pouco deslocados, vai ser feito um sorteio em que os alunos do mesmo ano mais experientes ajudarão os restantes. A seleção daqueles que serão tutorados já foi feita de acordo com as necessidades de todos, mas são vocês que escolherão. Quem se candidata? Preciso de oito candidatas e cinco candidatos...

Com isto, várias raparigas e rapazes levantaram as mãos no ar, subindo para o palco enquanto pelo outro lado, subiam os alunos novos na escola. Era um ritual da Academia, fazer isto no primeiro dia de aulas de cada período, sempre que houvesse alunos novos. Resumindo, servia como uma cerimónia de boas vindas. HwaYoung subia um dos lados das escadas, ficando ao lado das outras raparigas novas na escola. Eles perguntavam-se porque chegavam apenas agora, se por terem de fugir, se para treinarem, se para algo mais. Alinhavam-se todos e Ham Haeri olhava para estes esperando que alguém mais se oferecesse para tutorear.

Ham Haeri, olha para HwaYoung: Precisamos de mais uma rapariga do segundo ano para fazer tutoria de uma pessoa mais, em quem votam?

Uma chuva de braços voaram para cima de EunSol, que olhou para HwaYoung e imediatamente subiu o palco, sendo entregue um símbolo a cada um dos tutores, mais uma tradição da academia. Eles estavam todos vestidos de igual, com calças e saias negras e um blazer de ombros largos negro, com uma camisa branca por baixo. Tinham ainda aquele modelo de uniforme adotado desde sempre, e não abdicariam dele. Tanto rapazes como raparigas tinham botas de trabalho de cano baixo em perfeito estado, em tons brancos e sem qualquer nódoa ou poeira. Pareciam botas de tropa, porque no fundo tudo aquilo era uma prisão para escapar à morte, um exilo para todos, alunos, professores, auxiliares. Os mantimentos eram arranjados uma vez por mês por pessoas escolhidas pelas suas capacidades, e haviam várias pessoas encarregadas de os ir buscar, que se não fossem ágeis o suficiente, podiam não voltar. Seul estava em paz por enquanto, o país ia recuperando dos danos da guerra perto dos destroços da torre Namsan e aí fazia-se comércio dos bens que os refugiados cultivavam, a mando dos gangs em troca de proteção e mais um ano de colheitas e vida. Alguns suicidavam-se, outros seguiam as ordens dos líderes dos gangs ao serem ameaçados com frases como ‘uso a tua filha mais velha como minha escrava se não o fizeres’ ou ‘se o fizeres, garanto ao teu primogénito um bom futuro e estudos’. Os refugiados eram pessoas pobres e influenciáveis, por isso, facilmente eram uma boa fonte de mantimentos para a Academia, caso a Academia garantisse que os seus filhos viveriam lá o tempo acordado de quatro anos em troca de legumes, carne, criaturas marinhas, arroz, ramen e kimchi. Resumindo, os mantimentos para toda a academia eram um pagamento pelas ‘bolsas de estudo’ dos alunos, dando-lhes cama, comida, roupa e livros. A Academia era uma prova de que o mundo precisava de se unir, e agora demonstrava-o, ao escolher raparigas mais velhas para orientarem as suas hoobae-nim e o mesmo aplicado a rapazes. Elas desceram as escadas e deram-se início as aulas. Os do primeiro ano com inglês tinham aula com Jeon YeonHye, que mostrava um sorriso sem fim a todos os que a olhavam dessa mesma forma para ela. Seguiram para uma sala grande, uma das maiores salas da escola, visto que muitos alunos tinham inglês. Enquanto isso, Hyomin, EunSol e JaeYoung tinham aula de Química e CheolYong, Sunwoong, JongHyun e DoSeok tinham aula de Física, sendo que Jake, também ele do 2º ano, tinha furo nessa hora. Os do terceiro e quarto anos iam para disciplinas diferentes, separando-se todos pelo corredor fora, acabando os sorrisos e dando lugar a uma postura séria. Os lugares estavam definidos, ChanHee estava na segunda fila ao lado da irmã, EunMi, e HwaYoung tomou o lugar vago atrás deste. Eram mesas individuais de tampos de plástico bastante resistente e transparente, para garantir que eles estavam ali para estudar.

Jeon YeonHye, sorri e distribui folhas em branco e escritas em computador por todos os alunos, escrevendo no quadro de seguida: Welcome back, and welcome to the new students in this class. I want you to tell me how your vacations in here were. The new ones in class must tell me why you’ve chosen English as your main foreign language.
HwaYoung, chama EunMi: Percebeste alguma coisa?
EunMi, vira-se para trás: Aniyo, pergunta ao génio... – Aponta para ChanHee.
HwaYoung, levanta a mão: Duvido que consiga escrever de qualquer das formas...
Jeon YeonHye, olha para as ligaduras e nódoas negras de HwaYoung: What happened with your hand and arm, HwaYoung? Is everything alright with you? Can you write?
HwaYoung: Eu aleijei-me antes de vir para cá, mas não consigo mexer a mão...
Jeon YeonHye, analisa a ferida e as nódoas negras: Já foste à enfermaria?
HwaYoung, consente: Deh. Mas olhe, teacher, how... can I… do the diagnosis test?
Jeon YeonHye, retira-lhe as folhas: Assim que puderes escrever, fazes, ou então ditas para alguém e esse alguém ajuda-te a fazer o texto... isto, no final da aula.
HwaYoung: Arasseo, está bem então.

HwaYoung debruça-se sobre a mesa apoiando a cabeça com a sua mão em perfeitas condições, mirando as ligaduras na sua mão com ódio e dissabor. Sentia as lágrimas quase saírem, ao sentir as marcas do colar desaparecido no seu pulso. Estava de tal forma apertado que as marcas ainda não tinham desaparecido. Também as dores da katana nas suas mãos e os cortes provocados por Jaekyung faziam-na querer passar o tempo rápido. Mas ele apenas parava e abrandava para ela.

Academia Medhusa, na sala 27, sala de química
Estava já próximo de tocar para o intervalo grande da manhã, aquela turma recomeçara a dar matéria por ser segundo ano, logo, não haviam alunos novos. Os rapazes e raparigas preparavam-se para ir para o bar buscar comida para saciar a sua fome e sede após o sinal da campainha. EunSol preparava-se para levantar o rabo da cadeira, assim com na sala em frente, sala 28, se encontravam os outros do segundo ano a ter física, também eles com ânsia por sair pela porta fora. Tocou. Os rabos saltaram das cadeiras e uma chuva de botas brancas saltava pelo chão fora como se tratasse de granizo que ricocheteava, subia e baixava. O refeitório estava fechado, agora apenas a parte do bar estava aberta. Hyomin e EunSol pediram batidos de fruta e um queque para cada uma.

EunSol, bufa e agita o batido com uma palhinha: Primeira aula do ano civil, Química...
Hyomin, dá uma dentada no queque: Pelo menos fizemos aquela experiência na aula...
EunSol, debruça-se sobre a mesa: Pelo menos fazemos experiências, queres dizer...
Hyomin, ri-se e bebe do seu batido: Desde que não fique sem pestanas...
Jake, infiltra-se na mesa com uma garrafa de leite com chocolate na mão, sentando-se em cima desta, bebendo o leite ao mesmo tempo: Ficas sem pestanas? Porquê?
Hyomin, dá-lhe um ligeiro murro no braço: Não gozes~ aula de Química...
Jake, de forma sorridente e vaidosa: Eu tive furo nesta hora...
Hyomin, faz beicinho: Queres trocar comigo?
Jake, ri-se: Trocar de corpo, trocar de pestanas ou trocar de aula?
Hyomin, vira a cara dele para a frente dele, segurando-lhe o queixo: Olha...
Jake, salta de cima da mesa e corre: Aigoo...

Um vulto cambaleava, quase a cair, parecia indisposto, mas indisposto de uma forma bastante acentuada, sendo impossível dizer se ele desmaiaria ou se teria de ir direto para a enfermaria da escola, porque podia acontecer algo mais. Ultimamente, todos andavam estranhos. Jake apoiou o rapaz que caía, num ato preocupado que qualquer um faria, evitando que esse rapaz, Jang JongHyun, viesse a cair. Ele pôs-se em pé apoiado no braço de Jake e sorriu um pouco, largando o braço.

JongHyun, continua a andar enquanto olha para trás: Kasamnida...

E com esta palavra, deixou-se cair no chão repentinamente, perdendo os sentidos, como se tivesse sido atingido por um dardo tranquilizante que o poria a dormir. Era um círculo de gente em seu redor.
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