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 [MinKey OS] Something More ~Concurso~ -|Completa|-

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AndieLiu
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MensagemAssunto: [MinKey OS] Something More ~Concurso~ -|Completa|-   Sab 24 Nov - 20:53:46



De todas as passagens de Ano, aquela noite de fim de um certo ano e o começo de um outro novo, a do ano passado foi sem dúvida a melhor até agora, não esperava que esta noite fosse idêntica àquela noite de há quase 12 meses atrás, na verdade eu até achava que ela seria secante, sem vida, sem luxo e sem aventuras novas, mas enganei-me…


Eu e os meus pais, como todos os anos, passamos a última noite do ano num hotel de luxo, isto porque os meus pais têm dinheiro suficiente para gastarem com este tipo de noitadas. Tinha-me mudado para Seoul nem há três meses, e como tal não tinha feito amizades duradouras, daí eu passar a noite de fim de ano com os meus pais e não com amigos meus, um rapaz com 20 anos a passar a passagem de anos com os seus pais não é lá muito comum mas enfim… é o que tenho…

Era agora hora de jantar, todas as famílias, casais, grupo de amigos e outras pessoas estavam reunidas no grande salão de refeições do hotel, ou por outro nome, o restaurante do hotel; eu e os meus pais estávamos numa mesa sozinhos, por enquanto, eles tinham convidado um casal amigo deles que vivia em Seoul. Pelo que eu sabia desse casal, informações partilhadas pelos meus pais, eles tinham um filho mais ou menos da minha idade, mas quando os meus pais dizem mais ou menos da minha idade, pode sair-me um miúdo de 15 anos, por isso não estava muito convencido de que iria de ter uma companhia da minha idade à mesa.

Deseja mais do que tudo que a noite passasse depressa e que finalmente entrássemos num novo ano, um ano que eu planeava às escuras dos meus pais, tornar-me num rapaz mais independente, arranjar alguém que pudesse amar e conseguir entrar na Universidade que queria atender.

Os meus pais falavam entre si à mesa, esperando pelo casal amigo ansiosos, eu falava por mensagens com um rapaz amigo meu da escola, ele era mais novo do que eu, apenas o conhecia há menos de 3 meses mas mesmo assim ele era a única pessoa com quem eu me dava na escola; a minha atenção focava-se nas mensagens que trocávamos rapidamente até que os meus pais começaram a falar mais alto com outras presenças e a minha cabeça elevou-se para ver quem tinha chegado à nossa mesa.

Fiquei surpreendido ao ver um casal que reconhecia de algum lado mas não me lembrava de onde os tinha visto, fiz uma vénia para eles, sendo bem-educado como o rapaz que era, até que vi um rapaz atrás do casal, o rapaz por quem eu durante quase 12 meses fantasiei quase todas as noites, o rapaz que me deu a noite mais perfeita de toda a minha vida.

“Querido, estes são os Kim, o casal amigo que ficará esta noite connosco.”, disse a minha mãe puxando-me um pouco para a frente dela e do meu pai. Mas qual é a deles eu já fiz uma vénia?!

“Vá, apresenta-te querido!”, sussurrou a minha mãe ao meu ouvido. Era o que mais me faltava!

Olhei para o casal à minha frente mas o meu foco foi o rapaz, ele estava distraído com o seu telemóvel, tal como eu estava há uns segundos atrás. A mãe dele, a senhora Kim, tocou-lhe no braço e ele tomou-lhe atenção automaticamente esboçando o sorriso mais lindo que já tinha visto em toda a minha vida até há 12 meses atrás; ao olhar para a sua mãe ele olhou em frente, mais concretamente para mim visto que eu estava ali no meio dos nossos pais, os seus olhos transmitiram-me o mesmo que naquela noite, o seu sorriso ficou mais belo e depressa se dirigiu a mim dando-me a sua mão num modo de cumprimento.

“Olá, suponho que sejas o Minho! Eu sou o Kibum, prazer em conhecer-te!”, disse ele com a voz melódica que eu tanto tinha sonhado em voltar a ouvir.

“Prazer em conhecer-te Kibum!”, murmurei tentando não parecer intimidado por ele, mas a única coisa que conseguia era olha-lo e admirar a sua beleza; ele começou a rir-se levemente, motivo suficiente para fazer o meu coração explodir em batimentos rápidos.

“Penso que se vão dar muito bem, vamos sentarmo-nos?”, ouvi a mão de Kibum dizer e tanto os meus pais como os pais dele começaram a ocupar lugares na mesa, por sorte eu e o Kibum ficamos ao lado um do outro, mas por azar isso não me deixava muito confortável.

Depressa várias conversas começaram. O jantar, ou mais concretamente, as entradas foram servidas e por isso começamos a comer; as duas mulheres da mesa começaram a falar uma com a outra assim como os dois homens adultos da mesa, eu e Kibum continuávamos em silêncio a comer. Não consegui tirar os olhos do meu prato, tinha receio de olhar para Kibum, mas quando senti uma respiração quente no meu pescoço virei-me para o seu lado e vi-o sorrir para mim muito próximo do meu rosto.

“O que estás a fazer?”, murmurei baixinho para que ele fosse o único a ouvir-me.

“A tentar ganhar de novo a tua atenção, rapaz do Ano Novo! Nunca pensei que a tua família e a minha se conhecessem, fico… contente por voltar a ver-te.”, disse-me ele no mesmo tom de voz que eu mas algo mais suave e sedutor.

“E eu nunca pensei em voltar a ver-te.”

“Mas estás a ver-me!”

“Eu julgava que o destino não existia.”, suspirei olhando para os meus pais para ver se eles tomavam atenção ao que eu e Kibum estávamos a falar, porém continuavam entretidos com as suas novas companhias.

“Eu acredito no destino!”, ouvi Kibum dizer; olhei de novo para o rapaz a meu lado e vi que ele estava a sorrir. “Tu não acreditas, Minho?”, perguntou-me ele com o pequeno garfo a meio caminho da sua boca. Como é que ele consegue ter uma aparência tão sexy a cada cinco segundos, sem os pais dele notarem?

“Não sei.”, respondi à sua questão tendo a perfeita noção de que tinha lambido os meus lábios apenas por o estar a ver.

De novo ele esboçou aquele seu sorriso lindo, era demasiado angelical para a pessoa que ele era, eu sabia perfeitamente que ele não era assim tão inocente, mas mesmo assim não podia deixar de o considerar tão belo como um anjo. De certa forma lembra-me um pouco o rapaz que há pouco falava por mensagens. Ambos eram magros, com um corpo quase com formas femininas, eram muito bonitos, parecendo dois anjos caídos dos Céus, os dois rondavam o cabelo loiro, pintado obviamente, ambos tinham um olhar que me deixava cativado rapidamente, mas de certa forma apenas Kibum me deixava profundamente cativado ao ponto de mal me conseguir conter. Se eu pudesse, tê-los-ia aos dois só para mim, mas isso seria um pouco mau da minha parte!

“Em que estás a pensar Minho?”, questionou ele e só aí é que reparei que já estava a olhar distraidamente para ele há alguns minutos.

“Em duas pessoas!”, disse sem medo do que estava a dizer, penso que não seria má ideia dizer-lhe aquilo que penso, afinal de contas já tivemos um caso.

“Que pessoas? Posso saber?”, perguntou ele curioso inclinando-se mais para mim sempre com um sorriso brincalhão nos seus finos lábios rosados apetecíveis.

“Num amigo de escola, que apesar de ser diferente de ti, tem algumas parecenças contigo.”, revelei.

“Hm, e gostas dele?”

“Penso que não, mas ele deixa-me cativado.”

“Ah! Isso significa que tens uma… atracção por ele?”

“Se eu tenho uma atracção por ele, então o que é que tenho por ti?”, murmurei sorrindo quando ele virou o seu rosto para olhar para o resto da mesa.

“O Ano passado…”

“Não foi bem o Ano Passado, faltam algumas horas para ser um ano exacto.”, interrompi-o sorrindo maliciosamente.

“Dá no mesmo, sim?! Como eu estava a tentar dizer, o Ano Passado não parecias tão directo, mudas-te um pouco, vejo!”

“Toda a gente muda um pouco ao longo do Ano!”

“Penso que mudas-te para algo melhor!”

“O quê? Gostas que seja directo contigo, é?”

“Hmm… não é a ser directo… é o simples facto de não pensares antes de responderes ao que pergunto.”, é verdade, não tenho pensado antes de responder, as palavras saem da minha boca automaticamente sem pensar, mas parece que o Kibum provoca isso em mim e por isso não consigo controlar-me. Porque haverei eu de pensar com tamanha beleza a invadirem os meus pensamentos?

“E o Ano passado, achas que eu pensei antes de agir?”, perguntei.

“Espero que… não tenhas pensado!”, sorri para a dúvida que surgiu no seu rosto perfeito.

Como é que alguém pode ter um rosto tão perfeito e belo como o do Kibum, o nariz pequeno dele esculpido como se fosse o melhor bronze do mundo, a sua boca com aqueles lábios dignos de um príncipe e até aqueles seus olhos, que mais pareciam ser retirados de um felino qualquer. Não me importava que esta noite terminasse tal como terminou o ano passado, na verdade era o que mais desejava agora, e esperava por tudo que esse também fosse um dos desejos de Kibum agora, porque eu preciso mesmo que ele concorde comigo, caso contrário terei que o obrigar e eu não quero obriga-lo a nada, muito menos a algo deste estilo.

“Aw… eu nunca sei o que estás a pensar… é aborrecido assim, sabes?”, resmungou ele com uma cara aborrecida mas infantil e adorável ao mesmo tempo, fazendo sorrir.

“Wae?”

“Porque eu queria saber o que te faz pensar tanto!”

“E porquê?”

“Porque… interessas-me.”

“Isso agrada-me, tu também me interessas, bastante!”, retribui o sorriso magnifico que ele me mandou assim que terminei de falar.

Passamos a noite a falar, até que faltavam apenas 5 minutos para o Novo Ano surgir, todas as pessoas estavam já a reunir-se à volta da grande mesa com mais de mil copos de Champanhe, pelo menos para mim pareciam ser mais de mil copos. Todos eles formavam um desenho bonito na mesa que me surpreendeu, devem ter demorado horas a pô-los ali, enfim, hotéis.

Eu não queria nem Champanhe nem gritar os números por ordem decrescente até ser um outro ano, neste momento só queria uma coisa, o Kim Kibum encostado à parede mais próxima que eu encontrar sozinho com ele, e os meus lábios a percorrerem aquela sua pele suave. Nem me interessava se ele queria o mesmo que eu, mas pelos constantes olhares dele e a conversa fiada que tivemos a noite toda, ambos desejamos a mesma coisa que há quase um ano, neste mesmo dia, fizemos na casa de banho de um hotel diferente deste. Aquela foi a noite mais aventurosa que eu tive em toda a minha vida, para além de ter sido num local público, uma casa de banho de um hotel, foi também a primeira vez com um rapaz e bem, nós podíamos ter sido apanhados por qualquer pessoa que decidisse entrar de repente na casa de banho, mas sinceramente, estava-me nas tintas se entrassem de repente, eu continuaria a molestar o Kibum, até atingir aquilo que queria atingir.

Vi-o olhar para mim e voltei-me para a minha mãe que estava numa alforria juntamente com a mãe do Kibum, ambas adoravam isto, os nossos pais estavam distraídos a distribuir os copos pela nossa família e quando o meu pai deu-me um copo e o pai do Kibum lhe deu um a ele, reparei que Kibum já estava suficientemente perto de mim. Uma tela enorme na parede do restaurante do hotel onde estávamos começou a fazer a tão famosa contagem do número 10 ao 0, que seria o algarismo que anunciaria o Ano Novo.

“10, 9, 8, 7, 6…” senti uma mão deslizar pelo meu braço, e olhei para a pessoa, Kibum. “… 5, 4…”, apanhei a sua mão e apertei-a com pouca força. “… 3, 2, 1… FELIZ ANO NOVO~”, tudo aconteceu muito rápido depois de toda a gente ter gritado, os meus pais e os pais do Kibum depressa nos vieram desejar um Bom Ano Novo, beijaram-nos e deixaram-nos, divertindo-se alegremente pelo enorme salão que foi transformado numa autêntica discoteca.

Durante aqueles minutos festivos perdi Kibum e por isso comecei a procura-lo pelo salão até o ter focado à porta do restaurante com o seu olhar felino, cativante, luxurioso em mim. Pousei o copo de Champanhe e caminhei rapidamente até ele, pegando na sua mão e levando-o para o corredor, que para minha grande sorte estava completamente deserto. Encostei-o à parede mais próxima e esmaguei os meus lábios nos dele, envolvendo-nos rapidamente numa troca de línguas e dominância, que fui eu que acabei por vencer; as mãos de Kibum fechavam-se no meu cabelo, puxando-o com uma força que me provocava prazer e as minhas mãos massajavam a cintura dele com alguma força a mais, quase uma força desesperada. Eu precisava de o ter de novo outra vez. Este rapaz deixou-me um ano inteiro sexualmente frustrado por sonhar com ele todas as noites, e agora que o voltei a encontrar, vou possui-lo até ambos estarmos complemente desgastados de energia.

Não sei como, mas em alguns minutos entravamos para um quarto, que nem sabia como o conseguimos abrir visto que precisávamos de cartões electrónicos para ter-mos acesso aos nossos quartos. Continuava a atacar os lábios de Kibum, mordendo-o, sugando-o, beijando-o, tentava sentir ao máximo o seu calor interior, o calor que eu tanto sonhei vezes sem conta.

Fechei a porta do quarto com um leve toque do meu pé, e peguei nas pernas de Kibum, de modo a eleva-lo, e Deus a fricção que sentimos foi alucinante, quase como se estivéssemos a levar choques pelo corpo. Os nossos corpos completamente colados um ao outro, era o que eu desejava há muito, muito, muito tempo e agora que o tenho vou faze-lo meu uma vez mais, totalmente meu, vou faze-lo implorar por cada toque meu, vou faze-lo gemer bem alto o meu nome, no fim desta noite, o Kim Kibum será meu…

“Ahhh, Minho, por favor... deixa-te de… prolongar… eu quero-te agora, rápido!”, declarou Kibum por entre arfadas de ar, enquanto eu molestava o seu pescoço.

Aquilo foi como música para os meus ouvidos, uma ordem que jamais poderia deixar de cumpri-la, e em súbitos passos atirei Kibum para a cama apenas com um movimento, e coloquei-me em cima dele numa aflição apressada de lhe tirar todas as roupas que ele tinha naquele corpo. Há um ano nós tínhamos feito o mesmo que ia acontecer agora, mas foi demasiado rápido, uma questão de puro prazer súbito, desta vez eu ia ver o seu corpo totalmente nu, e isso deixava-me já submetido a uma enorme onda de prazer. Despi-o em tempo recorde e… a sua pele, a sua pele era de pura suavidade, branca como leite, impecável, as minhas mãos apressaram-se em senti-la e Deus eu jurei que iria de morrer de emoção só de lhe tocar, ainda por cima ele geme por cada toque meu, por cada leve toque.

“Eu sonhei todas as noites com este momento…”, murmura-me ele com um gemido.

Ele… não acabou de me revelar que tinha sonhado todos os dias comigo? Nestas preparações… e eu que pensava que era insano, impróprio por sonhar com ele, sempre o mesmo sonho erótico, e ele diz-me isto!

“Não és o único… eu também sonhei com o dia que voltaria a ter-te!”, revelei baixando-me até ter os meus lábios encostados ao seu ouvido, que concedi alguma atenção em lamber, descendo rapidamente para o seu pescoço, aquele pescoço delicioso dele e com uma pequena mordida ouvi-o soltar um guincho de puro prazer. Bingo, encontrei um dos seus pontos sensíveis!

Após aquele gemido foi como se o tempo tivesse acelerado umas 10 vezes, as nossas roupas já estavam espalhadas pelo chão, as nossas mãos exploravam cada pedaço dos nossos corpos, assim como os nossos lábios e até dentes. Eu já me encontrava dentro de Kibum, movendo-me lentamente mas com entradas que faziam-nos gemer de prazer e desejo por mais e mais; queria mover-me mais rápido e com mais força pela grande necessidade que ele me dava e deu durante 12 meses, mas ao princípio com ele a contorcer-se de dores não o podia fazer, nem por sombras.

“Ahhhh Minho… move-te mais depressa… por favor… mais…”, e foi a gota final do meu controlo, ouvi-lo pedir por mais, para ser mais depressa com a minha intrusão nele, e claro, eu não podia deixar de cumprir e comecei a mover-me mais depressa, com movimentos mais profundos e coordenados com o movimento da sua cintura em mim.

Olhei para o seu rosto, aquela imagem jamais iria de sair da minha memória, o seu rosto com pequenas gotículas de suor a escorrerem lentamente por ele, com a boca aberta pelos sons plangentes que saiam dela, as suas mãos agora num punho fechado nos lençóis de seda bege da cama de hotel, o seu corpo a tremer sobre o meu pelo prazer que ele estava a sentir, Deus, eu devia de ser preso por ver tal coisa. Aquilo era definitivamente pior que qualquer filme para maiores de 18 anos que passava pela televisão depois da hora nobre.

“NAGHHH MINHO… AÍ… AÍ…”, gritou Kibum. E voltei a penetra-lo com o mesmo ângulo que ele mencionou quando gritou.

“OMG…. Minho eu… estou… ahhh…”, avisou-me ele e como por resposta comecei a mover-me mais depressa, com penetrações mais fortes e profundas, anguladas perfeitamente no sítio que o fazia gritar de puro prazer.

Equilibrei-me apenas numa mão e com a outra dei atenção ao membro de Kibum, massajando-o ao mesmo ritmo que as minhas entradas e saídas daquele rapaz loiro, levando-nos rapidamente aos dois ao nosso ponto de ruptura, obtendo ambos o nosso clímax ao mesmo tempo, gritando os nossos nomes nos ouvidos um do outro. Deixei-me cair ao lado dele, na cama, ambos ofegantes tentando recuperar as nossas respirações; tinha os olhos fechados ainda sentindo pequenos choques da acção sucedida ainda há uns segundos, isto não era um sonho, era real, muito real, e isso alegrava-me bastante.

Ao fim de uns segundos senti-o mover-se na cama e abri os olhos, virando a minha cara para o olhar; ele estava sentado de costas viradas para mim.

“Yah Kibum…”

“Só uma noite… é o que vais dizer?”

“Aniyo, eu ia perguntar-te o que estás a fazer?”, ele olhou para mim, e reparei que os seus olhos começavam a ganhar pequenas lágrimas.

“Sabes, o ano passado, aquela noite, foi a minha primeira vez…”, a minha também.” Eu pensava que nunca mais te ia voltar a ver, e mesmo assim nunca deixei de pensar em ti e que talvez um dia nos pudéssemos voltar a encontrar e até falar e conhecermo-nos melhor. Esta noite quando estava ao telemóvel com o meu melhor amigo, a mandar-lhe mensagens, eu estava a dizer-lhe que esta noite seria uma seca e que preferia estar com ele mil vezes, porque eu sabia que aquela noite não se podia repetir, mas… quando a minha mãe me chamou à atenção que os amigos dela estavam já ali e eu olhei em frente e te vi… o meu estômago explodiu como fogo de artifício, achei que se contracenássemos em frente dos nossos pais que eles não ia desconfiar de nada, e ao que parece resultou… mas eu, eu desejei tanto, tanto, que me desejasses de novo.”, disse ele baixando o rosto no fim.

“Kibum… eu desejei-te durante um ano… devia de ter raptado o teu número de telemóvel naquela noite, mas foi uma eventualidade esquecida no momento, mas agora… agora não te vou deixar escapar!”, disse aproximando-me dele e puxando-o para cima de mim, fazendo-o sentar-te no meu abdómen. Ele é tão leve que nem o sinto em cima de mim.

“Tu… tu desejaste-me desde aquela noite?”

“Sim, desejei.”, não tinha motivos para mentir ou dizer outra coisa, era a verdade, eu tinha desejado aquele corpo de novo, todas as noites.

“Oh Meu Deus…”, murmurou ele tapando a cara.

“Oh Meu Deus, porquê?”, perguntei confuso mas com um sorriso um tanto mau no rosto.

“Tu és tão sexy, que eu sonhei contigo todas as noites a fazer sexo comigo. E agora, tu dizes que também… de certa forma… tiveste…”

“Daeh, eu sonhei contigo… sexo e tal, sim!”, ficamos a olhar-nos durante uns minutos até que ele cortou o espaço que tínhamos dos nossos rostos e beijou-me com o mesmo desejo que dantes. Eu nunca me hei-de cansar do calor dos lábios dele, nunca, são tão quentes, tão saborosos…

“Então… isto não é só a noite de Passagem de Ano… é algo mais?”, murmurou ele olhando-me seriamente com um sorriso perfeito nos lábios rosados mais carregados.

“Podes crer que é algo mais Kibum…”




A/N: Eis a minha One-Shot para o concurso, espero que tenham gostado, a história proveio de uma ideia que tive ao ler uma revista na véspera de Natal o Ano Passado em casa dos meus avos paternos, é algo que aconteceu na vida real por vezes e prontos...
Love you ^-^


Última edição por AHaneul em Sab 25 Jan - 22:55:57, editado 4 vez(es)
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lenitta
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MensagemAssunto: Re: [MinKey OS] Something More ~Concurso~ -|Completa|-   Sab 24 Nov - 21:29:48

eu não posso dizer isto mas aaaa eu ameiiii.. miuda tudo o que escreve é perfeito.. isto vai ser tão complicado.. a da juu também é perfeita.. e tou morta para ler a do miguel e da vanilla... eu amo isto...

sabes.. ainda não tinha lido minkey e epá.. é difícil... na minha cabeça era o tae que ali tava looool
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AndieLiu
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MensagemAssunto: Re: [MinKey OS] Something More ~Concurso~ -|Completa|-   Sab 24 Nov - 22:14:15

Disseste uma coisa que não devias e eu escrevi algo que nunca pensei em escrever, pior foi ter escrito KeyTae, acredita, MinKey ainda é mais fácil de se escrever! Quando publicar as outras verás o que quero dizer... mas eu estou feliz, estriei-te com MinKey *-*

Unnie, tu tu tu tu, eu nunca escrevo perfeições por isso não digas isso! *hunf*
Eu sei que amas isto, poderias passar a vida toda a ler, neh?

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MensagemAssunto: Re: [MinKey OS] Something More ~Concurso~ -|Completa|-   

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[MinKey OS] Something More ~Concurso~ -|Completa|-
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