SHINee Portugal

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 YAYAYA {Completa, último chap na página 29}

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MarthaShiro
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 15:40:15

eu quero a fic so badly T.T
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 17:04:43

workin' on it.
edit: JÁ CÁ TÁ~

~~~~~~~~~~~~~~~~


Capítulo 21
Uma semana depois. Dia 64. Sexta-feira. Neko acorda. Ouve-se barulho proveniente da sala. O pai estava com o Sr. Kohijiri a tratar de números, para a proposta final com os índios. Planeavam comprar até à zona da cascata, mas mais 100 metros para norte, dando espaço para os índios caçarem. Para lá daquela linha, tudo seria dos índios. Desde a praia fluvial até para 100 metros para além da cascata. Toda essa faixa do bosque era deles, e pouco mais eles usavam atualmente. Por isso, a proposta que ainda não tinha sido aceite tornava-se irrecusável. Três indivíduos apressam o passo enquanto se aproximam da aldeia. Dr. Raito, Kohijiri e Amaru Nakamura. A Nena estava perto dos arbustos, quando se apercebeu que aqueles homens vinham. E a Neko também vinha com eles. Eles avançam e a Neko entra em pânico e mete a Nena também em pânico, pois o Sr. Kohijiri era capaz de fazer mal à Yumi, que agora era índia. A Neko corre, com os seus ‘comuns’ saltos altos gigantescos e vistosos, e avisa-a com muitos gestos.

Neko, sussurra: Yumi. Esconder. Perigo.
Nena, desata a correr em direção à entrada da aldeia: Perigo...

A Nena corre para avisar os outros e dá mesmo de caras com uma pessoa que a pode ajudar. Começa a falar e a baralhar-se toda para a ChanYoung, misturando aquilo que a Nena percebia e não percebia de hangul com o seu léxico de tupi.

Nena, alarmada: ChanYoung! Vento livre!
ChanYoung, preocupada, fala em tupi: O que se passa?
Nena, troca-se toda: Os forasteiros. Os que querem matar a floresta. Eles estão cá. E a nova tupi é para esconder. O perigo vê.
ChanYoung: Oh não... Temos de encontrar o SiWon. Ele como futuro líder da tribo saberá o que fazer. Vamos ver se encontramos a MinNeul, o JiHo ou o SiWon mesmo.

Entretanto as duas vão incansavelmente à procura da MinNeul, que não estava na tenda dela. A Yumi estava lá. Mas não havia sinais de MinNeul. A Yumi estava acordada na cama de tecido a olhar para o tecido que cobria a sua cabeça e um vulto entra pela sua tenda. Era o SiWon.

SiWon, em tupi, traduzindo depois para hangul: Fica aqui. Os homens forasteiros. Estão lá fora para falar com o meu pai.
Yumi, gagueja: Q-quem? O pai da Neko, o Sr... e os outros dois?
SiWon: Sim, esses. Mas eu fico aqui contigo se quiseres...
Yumi, agarra-se a ele a chorar: Tenho medo daquele homem... não me deixes sozinha...
SiWon, sem saber o que fazer, mas confortando-a: Não te preocupes, eu não deixo. Eles que venham e se metam contigo, que vão ver! Eu transformo-os em pó!
Yumi, tímida, seca as lágrimas: A sério? T-transformavas?
SiWon, desvia-lhe as madeixas de cabelo da cara: Eu sou um índio, mas tenho boas maneiras com qualquer mulher, principalmente com princesas como tu...
Yumi, seca melhor os olhos: Achas-me uma princesa? Mas eu sou só uma órfã sem família, e agora uma índia...
SiWon, tira algo do bolso: Lembras-te de quando te disse que o colar era só para pessoas especiais? Sabes? Eu fiz o colar para a minha alma gémea. Mas depois salvaste-me e eu dei-to. E acho que não me enganei no destinatário. Se pudesse, voltaria a dar-to de novo... eu tenho pensado muito sobre essa noite em que me salvaste e quero saber uma coisa... foste tu que me fizeste respiração... não foste?
Yumi: Sim, fui eu...
SiWon: Pois... eu também, quando apanhaste o choque naquele dia... mas não te vais importar se eu te ajude a respirar de novo, pois não?
Yumi, começa a gaguejar: O-o q-quê? Tu... q-que-queres b-b-

SiWon começa-se a rir e agarra-lhe as costas, aproximando-a dele, que estava em estado de choque. Ele aproxima-se dela e ela tenta afastar-se, mas acaba por cair no chão, em cima do colo dele e entretanto a tenda abre-se e entra claridade, mesmo no momento em que os lábios se iam tocar, entra uma cabeça e um par de olhos vê-se. E um cabelo preto e comprido. e uma pena volumosa e branca. Era a MinNeul, que andava a procurar o irmão e que tinha ido ver se estava com ela. E foi mesmo no momento certo. Para impedir um eventual beijo desejado pelos dois, mas temido ao mesmo tempo. Ela fique super feliz, mas em choque ao mesmo tempo, porque ainda há uma semana tinha deixado a ChanYoung libertar-se do casamento forçado. Porém para a ter libertado significa que a obsessão tinha acabado de vez, certo? SiWon leva a mão ao pescoço, acanhado e a Yumi afasta-se um pouco sem conseguir olhar para ele.

SiWon: Maldita MinNeul... Só me sabe arruinar a vida… a sério... Odeio-te maninha...
Yumi, sussurra, em japonês, porque ela sabe que ele não percebe: Ainda bem que ela existe, queres tu dizer... isso assusta-me imenso... tu és assustador de certo modo... querido, bonito, sexy, mas...
SiWon, aproxima-se mais dela, assustando-a: Agora traduzes!
Yumi, a medo: E se não traduzir, o que é que acontece?
SiWon: Meto-te lá fora... mas acho que não queres isso...
Yumi, um pouco na brincadeira porque sabe que ele não a apunharia assim pelas costas dessa forma: Experimenta só e vais ver que te arrependes até ao fim da tua vida! Experimenta, vá!

Yumi, para espanto dela, é elevada no ar por ele e começa a espernear enquanto os colares roçam um com o outro, provocando um desconforto aos dois., sendo que ela estava a ser levada ao colo dele.

Yumi, com medo que ele vá mesmo para a rua: Estás doido?
SiWon: Diz-me só uma coisa. E se me deres a resposta que eu quero, eu não saio. Tens três tentativas. E não mais. Se falhares ou questionares, ficas com menos uma tentativa.
Yumi, a medo: Pergunta-me lá o que tens a perguntar...
SiWon: Ficavas feliz se eu...?
Yumi: Se tu o quê?
SiWon: Quisesse uma pessoa que compreende a minha situação em parte e que eu tivesse carinho e admiração por isso...
Yumi, gagueja: C-como assim?
SiWon: Uma pessoa com a qual eu queira ficar. Não como amigo ou algo do género. Algo mais pessoal e sentimental. Amar.
Yumi, tenta desviar-se do assunto: Tu eras mesmo capaz de amar, eras... tu amas a ChanYoung ainda! Pensas que eu não sei?! Para que é que puseste as tuas mãos todas a sangrar por causa disso, que dizes já não existir?! Isso é treta vinda de ti!
SiWon, incomodado com o assunto: Tens mais duas hipóteses apenas e se as falhares, levo-te a dar uma volta. Sim?
Yumi: Mas é verdade! Tu ainda-
SiWon: Não fales daquilo que não sabes...
Yumi, assustada com os olhares: Eu sei muito bem que ela te faz sofrer... e bastante. Mas continuas cego com ela!
SiWon, esboça um sorriso malandro: Isso são ciúmes?
Yumi, nega firmemente: Não!~ Deixa-me em paz com essa conversa! Não se pode sossegar, é? Ou pode-se?
SiWon: Mais meia oportunidade...
Yumi: Eu devia ter calculado que não eras capaz de me espetar uma faca nas costas e fugir dessa forma...
SiWon: Pois não, e sabes que mais? O castigo altera-se. Para um beijo. Isto é, se disseres que me amas eu beijo-te, se não disseres, eu beijo-te à mesma. E se não responderes respondo-te com um beijo.
Yumi, entediada: Oh! Mas assim vai dar à mesma coisa... eu quero uma opção que diga “não há beijo”...
SiWon: Tens mesmo a certeza que não te posso dar um beijo?
Yumi, completamente baralhada: Eu... Não! Sim! Aih...
SiWon: Não quero saber. Agora és minha.
Yumi: E se eu não quiser?
SiWon: Não quero saber.

O SiWon inclina-se para cima dela e não lhe dá escolha nem escapatória. Cerca-a com os braços musculados e puxa-a para ele enquanto ela tenta rodar a cara, ma ele segura-a apenas com uma mão e segura-lhe o queixo. Ela não consegue evitar, e fecha os olhos como se tratasse de um tique nervoso que ela possuía, ou algo dentro desse género. Ele aproxima os lábios dela e aí solta um beijo carinhoso nos lábios. Quebra-se a inocência do beijo assim que ele convida a língua dela a dançar com a dele numa dança frenética e apetecível, mas ela limita-se a afastar-se dele e a virar-lhe a cara.

Yumi: Isto não aconteceu... não pode ter acontecido...
SiWon: Porquê? Eu cá acho que aconteceu, pode acontecer e devia ter acontecido. E tu beijaste-me de volta...
Yumi: Mas tu... tu... tu gostas dela!
SiWon: Achas que se gostasse dela, que te tinha beijado? Ela tem o Onew! É passado, e desejo-lhes que tenham tudo de bom...
Yumi, pega-lhe na mão: Mas a tua mão...
SiWon: Estava a pensar na minha vida... não nela, nem em nada do género, estava a pensar noutro género de problemas... como por exemplo a YuSoo. E por causa dela compreendo-te, sabes?
Yumi: Como assim, compreendes-me?
SiWon: Sabes que... eu vou ser pai, não sabes?
Yumi, triste por dentro, mas furiosa porque isso fazia-a pensar que ele era um mulherengo e que tentaria o mesmo golpe com ela: Sim, enrolaste-te com a bruxa... mas o que tem? O que é que isso tem a ver comigo?
SiWon, fala livremente, sem a magia lhe surtir qualquer efeito: Eu não me enrolei com ela... ela é que... me fez isto...
Yumi: Isto o quê?
SiWon: Ela pode tentar-me bloquear com magia, a sorte é que não percebe hangul... olha para o meu pulso esquerdo e roda-o.
Yumi, faz o que ele lhe disse: Uma tatuagem?
SiWon: Não é uma tatuagem qualquer... é uma tatuagem mística que te controla o corpo, como se fosse um daqueles bonecos de madeira que vocês citadinos usam, ou aqueles peluches esquisitos...
Yumi: Marionetas? Bonecos de voodoo?
SiWon: Deve ser algo desse género. Mas o que eu te estou a tentar dizer é que eu pensava que esta tatuagem era para selar um pacto, e acabei por me ter enrolado com ela... ou seja, é como se ela me tivesse violado, por assim dizer... e eu percebo-te por isso...
Yumi, chocada, com pena dele, e zangada ao perceber que a Neko tinha dito o seu ‘segredo’: C-como é q-que sabes d-disso?
SiWon: Investiguei. Não, não foi a Neko. Sabes que há uma pessoa aqui na tribo que vê o futuro, não sabes? E lê mentes, e tudo mais. O xamã. Foi ele que me mandou proteger-te, assim que se apercebeu que os homens viriam hoje... então eu perguntei o que se tinha passado. Ele não me queria dizer, mas eu obriguei-o. Desculpa, princesa...
Yumi: C-cha-chamaste-me... princesa?
SiWon: Isto se me deixares te salvar...
Yumi, sorri timidamente mostrando uma aprovação: Mas tu por acaso sabes o que é uma princesa? Alguma vez viste alguma para dizeres que eu sou uma?
SiWon, apercebe-se do sorriso, e por isso, aproxima-se lentamente, sentindo o bafo dela e a respiração acelerarem: Acabei de ver uma à minha frente. E é linda... e caso não saibas, eu tive aulas, apesar de ser um índio. Todos os índios e índias com mais influência junto do chefe e do xamã têm aulas. Eu e a MinNeul estudámos hangul. Mas o JiHo estudou feitiçaria e também teve aulas com o curandeiro, e depois um pouco de hangul. Ele foi o mais sortudo de todos até agora. Eu fui o azarado da família, e também a MinNeul, mas eu muito mais. E como é óbvio, as princesas da tribo são aquelas que casarão com um filho do chefe... ou que simplesmente, um filho do chefe gostaria de tomar como tal.
Yumi: Mas tu... queres que eu case contigo?! Ainda agora nos beijámos pela primeira vez, e mesmo pela primeira vez...
SiWon, sorri-lhe abertamente: Primeiro dizias que não me tinhas beijado, agora já me beijaste... espera, disseste ‘mesmo pela primeira vez’? Eu fui mesmo o teu primeiro beijo? O primeiro, mesmo primeiro?
Yumi, acena timidamente com a cabeça.
SiWon, abraça-a: Fico feliz por ter ficado com algo tão especial... para as raparigas esse tipo de coisas são importantes...
Yumi, abraça-o de volta timidamente.

Eles deixam-se estar abraçados, como se conhecessem desde sempre. Nessa altura, não um par de olhos, mas três, voltam a espreitar para dentro da tenda. As curiosas índias MinNeul, Nena e ChanYoung. Elas tiram as cabeças de dentro da tenda e celebram felizes.

ChanYoung: Fico muito feliz pelo SiWon, finalmente ele decidiu andar em frente. Já não era sem tempo de me largar a asa!
MinNeul, a dar um ar de galã ao irmão: E nem perdeu tempo! Olhem só, saiu dum sítio e já se foi enfiar noutro! Aquele meu irmão...
Nena: Eu fico feliz por eles. E não acho que ele seja assim tão galanteador, quando ele lhe fez respiração, via-se que ele já tinha alguma coisa, porque ele estava ainda mais preocupado que a Neko! Por isso, não acho que seja de estranhar eles estarem juntos...
ChanYoung: Exato, tiraste-me as palavras da boca!
Onew, chega com o DaeSung: O que se passou? Quem é que são os novos pombinhos? Estão ali dentro? – Olha para elas como se fossem espias e ri-se suavemente.
ChanYoung: Sim, estão lá dentro... mas se eu vos dissesse quem eram, vocês não iam acreditar...
DaeSung, espantado: Onew dongsaeng, aquela não é a tipi da MinNeul e da Yumi?
MinNeul: Sim, é, mas falem baixo... o antigo patrão dela está na outra tipi com o meu pai, e se ele descobre, é capaz de lhe fazer algum mal... por isso, é que ela está lá dentro... se ela sair pode ser mau, e o outro pedófilo pode-lhe fazer mal. Por isso é muito mais seguro lá dentro.
Onew: Mas com quem é que ela está afinal?
Nena, percebe a conversa dentro do possível e responde: SiWon.
Onew, fica super espantado com o que acabou de ouvir: Ela está com o SiWon agora? Bem, não perdeu tempo...
MinNeul: Foi exatamente o que eu disse.
Onew: Mas pelo menos assim já não anda a tentar roubar-me a galinha... Ri-se e abraça-a ChanYoung de forma carinhosa.
ChanYoung: Eu também não deixava que me roubassem de ti, por isso... Agarra-se à cintura dele e faz um aeygo enquanto espera que ele olhe para ela e lhe dê um breve beijo.
Onew: Não faças essa carinha, ChanYoungie~ Eu também não te deixava ir... – Onew baixa um pouco a cabeça facilitando-a a beijá-lo, visto que era mais baixa, e que não se pretendia largar dele.
MinNeul, entediada, porque entretanto a Nena foi aos pulinhos até ao DaeSung também: Vou à procura do MinHo...
Nena faz uma mehrong e acena-lhe com a mão, provocando-a de certa forma.
ChanYoung, em alto tom: Juízo, sim? Vejam lá o que é que fazem!
MinNeul, com cara de assassina: Cuidado tu também aí com o galo do teu homem, sim?!
DaeSung, chocado, sussurra para o Onew: Diz-me que ela disse isso em alusão às galinhas e não à dimensão das tuas calças...
Onew, chocado com o que percebeu vindo do DaeSung e por ter sido a filha do chefe a proferir aquelas palavras que o assustaram: ChanYoungie... diz-me que a MinNeul só fala hangul e tupi...
ChanYoung: Pois, acho que ela só fala essas duas línguas... porquê?
Onew, mais aliviado, mas ainda assim receoso que ela tenha percebido a conversa entre eles os dois: Está bem, não é por nada...
ChanYoung, faz uma cara atrevida, mostrando que percebeu: Tens a certeza, oppa? Tens a certeza que não é nada?
Onew: Eu até te explicava, mas... demasiada gente...

Nesse momento o tecido da entrada de uma tipi abre-se e os dois casais recompõe-se e o chefe e o JiHo e os homens saem da tenda a falar com os homens.

Dr. Raito: Onde está o seu filho primogénito, que costuma estar sempre consigo?
JiHo, sabendo onde o irmão tinha ido: Bem, penso que ele tenha ido caçar. Ou dar um passeio por aí, e não deve ter voltado. Pode estar longe... ele costuma andar por aí... como nós não sabíamos se viriam hoje, o meu pai deixou-o ir à vontade.
Chefe KwangHee: Exato. Ele depois voltará.

Naquele momento, o chefe da tribo, o seu filho e o xamã seguiram com os homens de fora para aquele que era quase um palco improvisado onde ocorriam os discursos do líder para a população nativa, e onde eram transmitidas todas as informações relevantes para a mesma. SiWon e Yumi estavam mesmo ao lado deles, podendo ouvir tudo nitidamente, e estavam mais próximos do que Shiro, Kohijiri ou Amaru pudessem imaginar. Ele – Kohijiri – sabia que ela tinha escapado com a ajuda da Neko, devido ao saber de tudo, pois tinha presenciado uma das tentativas dele de a levar a ter “relações” forçadas com ele. Nesse dia, quando ela acordou, pouco depois, Neko pedira-lhe que deixasse um bilhete ou uma nota direcionada a Kohijiri, e outra para Neko, para o caso de ele tentar encontrar algo, dando pistas falsas. Após isto, Neko afirmava que não tinha visto nunca mais a tinha visto, e como ela a tinha ajudado a fugir, possivelmente saberia da sua localização.


Yumi e SiWon mantinham-se calados evitando a todo o custo sons que os pudessem denunciar, até mesmo os sons da respiração um do outro, ou espirros ou outros sons que poderiam até não conseguir evitar. Apenas estavam a tentar adiá-los. Os homens e o chefe, o xamã, e ainda JiHo, avançavam rumo aos pedaços de madeira juntos através de cordas, que formavam um todo, subindo todos para cima deste, enquanto o xamã e o chefe da tribo discutiam o assunto uma última vez antes de revelarem a decisão que tinham tomado na tenda acerca do terreno. Isto é, se ficaria para eles, se ficaria para os homens de fora, ou se partilhariam, e quanto partilhariam. E ainda as condições propostas para partilhar. Soavam flautas e instrumentos musicais fabricados pelos índios, alguns deles por JiHo, já que acreditavam alguns que ele era o menino puro da tribo e que tinha um dom especial. Daí ter estudado feitiçaria com o xamã, ao contrário dos seus irmãos. Ouvia-se um som estridente vindo dos instrumentos, suficientemente estridente para se ouvir nos próximos 500 metros a toda a volta da aldeia, podendo-se ouvir um pouco no acampamento. Entretanto começavam a chegar os índios e estes sentavam-se em forma de lua, contornando o ‘palco’ onde estavam o chefe e os outros homens em fila, de pé. Sentaram-se todos como se tratasse de um teatro romano, verificaram os rapazes, porém, todos estavam sentados apenas em cima do seu próprio corpo e do chão. As crianças e os mais baixos encontravam-se na primeira fila preferencialmente, sentando-se à frente de todos os outros, para ser mais fácil para todos verem o comunicado do chefe e não só. Os índios e o chefe acreditavam que as crianças deveriam ouvir sempre o que este dizia, preparando-os assim para o futuro e transmitindo uma imagem de união aos recém-chegados, e ainda lhes permitia aprenderem através dele e se sentirem obrigadas de certa forma a obedecer às figuras representativas de superioridade dentro da tribo. Não só o chefe, como o xamã e até mesmo os pais da criança em questão, e as pessoas mais velhas, mesmo que não tivessem ligação por via sanguínea ou algo do género. Daí o confrontarem de frente o chefe. Ele finalmente começa a expressar-se demonstrando ao longe a sua sinceridade e o seu rigor.

Chefe KwangHee, em tupi: Povo dos tupi. Sabem que existe uma profecia que afirma a chegada de nove estrangeiros, originários ou oriundos de várias partes da Ásia se juntariam a nós para salvar a tribo. Todos sabem história, certamente já muitos vos contaram. Bem, e pode-se afirmar que essa história está a acontecer, aliás, está mesmo a acontecer. Mas ao contrário do que se pensava desde que os xamãs anteriores traçaram e delinearam a profecia, não há uma guerra aberta entre as três pessoas que tentariam destruir a tribo e a tribo em si. O que poderá haver será uma guerra pessoal por parte dos herdeiros da coroa de penas em relação a uma traidora que está a tentar vingar-se sobre a sua expulsão, pois julga-se inocente. Mas não irá haver derramamento de sangue em massa, como se pensava, até por que a guerra que se fazia era uma guerra, uma disputa em torno deste terreno, que chega agora ao fim. Pois eu e os forasteiros que pretendem comprar este bosque temos tentado arranjar uma solução, e penso que a encontrámos. – Ouvem-se murmurares espalhados pela plateia repleta de índios, entre os quais estavam os rapazes. – Decidimos que o melhor a fazer seria mesmo vender. Mas atenção! Não vamos ficar sem este espaço, tenham calma! Aquilo que acontecerá será apenas uma redução do nosso espaço enquanto tribo. Como nós estamos perto de uma das pontas desta floresta, iremos ficar com uma faixa de terreno desde aí., até 100m para além da nossa cascata, segundo aquilo que acordámos. Vamos começar a marcar os limites dentro de umas horas e depois não podemos passar para além daquela rede que será colocada nesse limite.
MinYeon: Então e quando o hospital deles estiver pronto e aberto? Se nos virem? Como vai ser, chefe KwangHee?
Chefe KwangHee: Eles prometeram colocar arbustos para tapar, daqueles altos, e ainda construírem muros altos para nos ocultarem, por isso não haverá problema, para além de que teremos plantas no nosso terreno a toda a volta, facilitando a nossa ocultação. E dum lado temos o parque de campismo ainda, ou seja, só poderão entrar pela praia fluvial...
HyunAe, com vontade de quebrar as regras: E... se passarmos?
DongWoo, a perceber onde ela queria chegar: Mesmo parvinha...
Chefe KwangHee: Nem penses que vais andar a espiar as pessoas do hospital, ouviste, HyunAe? Se fores lá vestida com as nossas roupas ou se deres nas vistas, proíbo-te de lá voltares e castigo-te. Se quiseres ir só se te sentires muito doente, e tens de pedir roupas à Neko ou à Momo antes, está bem?
MinNeul, que entretanto chegara com o MinHo: E os cuidados de saúde? O curandeiro não tem forma de fazer tudo! Está bem que sempre sobrevivemos sem ajuda de médicos, mas não podemos continuar e morrer por razões aos olhos deles disparatadas...
Chefe KwangHee: Quanto aos cuidados de saúde, não te preocupes, filha. Só recorreremos a ajuda deles se necessário. Mas faremos de tudo para nos mantermos saudáveis. Sei que ficaste muito assustada e debilitada e não recuperada a cem por cento, mas faremos vacinação, consultas sempre que necessário, obviamente. Mas não podemos ir ter com eles ao mínimo problema, isso seria um abuso. Por isso dependeremos sobretudo dos curandeiros e das nossas plantas medicinais e elixires. – Muda de assunto, finalizando finalmente a conversa. – Tenho tudo aquilo que devia ter dito, todas as informações transmitidas, por isso, se tiverem dúvidas agora, ou daqui para diante, é só perguntarem. – Ninguém se manifesta. – Sendo assim, está dito.

O chefe sai de cima do estrado de madeira composto de troncos polidos, aos quais foi dada uma superfície plana, e os quais foram unidos por cordas, formando o ‘palco’ onde o chefe discursava. Dirige-se novamente para a tipi com o seu filho JiHo, o xamã da aldeia e Raito, Kohijiri e Amaru. Os três homens têm com eles um documento comprovativo da cedência de cerca noventa por cento do terreno que tencionam que seja assinado pelo chefe e pelo seu filho e pelo xamã, para que comprovassem no futuro essa cedência. Entram na tipi e sobre uma mesa, com uma caneta, estes assinam, uns a seguir aos outros, dois duplicados daquele documento. O terreno dos índios era de pouco mais de dez por cento do total, mas nessa altura eles nem 12% do terreno usavam. Apertaram as mãos e saíram da tipi, tendo o chefe KwangHee chamado cerca de 10 índios musculados e fortes para colocarem a rede que haviam já trazido para determinar os limites do terreno, de muitos hectares. O arame consistia em vários rolos, mais de 40, mas menos de 50, possivelmente perto de 45, estes com comprimento de mais ou menos 500m, tendo estacas bicudas nas pontas, por isso, todos levavam martelos com eles. O terreno era enorme, demasiado grande até para um bosque, e perfeito para a construção de um enorme hospital semiprivado, com serviço público, internamento, até um espaço para doentes mentais, planeava Raito. A compra do terreno já tinha sido feita, e o Dr. Raito não estava disposto a abdicar do terreno por nada deste mundo, nem que ficasse com apenas metade. SiWon verificou que eles tinham abandonado a aldeia e saiu da tipi deixando-a para trás, tendo MinNeul ido ter com ele e entregando-lhe um arco, flechas e lanças, com os quais os homens da tribo caçavam e meteu-lhe riscas castanhas da terra na cara, tendo todos os aldeões ajudado, e todos os aldeões perceberam que algo tinha a ver com a nova rapariga da tribo, e também com SiWon, o raio de sol da tribo. Qual a razão seria para eles não terem ido ouvir o grande chefe falar?, pensavam todos eles. Fingiu vir da caça e passou perto deles.

JiHo: Raio de sol! Oppa!
SiWon: Hoje a caça não estava produtiva, daí ter demorado. O que se passa? Estão a dividir o terreno?
Chefe KwangHee: Sim, meu filho. – Mais baixo. – Ela está segura agora? Não te esqueças que ela não é uma pessoa qualquer. Ela é a verdadeira salvação da tribo. E a tua futura noiva.
SiWon, em tom baixo, para não chamar as atenções: Achas que eu vinha para aqui se ela não estivesse bem, meu pai? Ela está na tipi com as raparigas da idade dela, incluindo a MinNeul. Ela está a são e salvo.
Chefe KwangHee: Vejo que te preocupas com ela. Ela será mesmo a salvação para a tribo se a desposares e se ela te ajudar a cuidar do rebento, filho dos espíritos negros da estrela azul e dourada. E o teu pulso mudou para vermelho, cor de sangue. Significa que o poder da estrela passará para o rebento no ventre daquela traidora, mas que este se desativará mal esta criatura nasça, e isso fará com que ambos estejam isentos desse feitiço. Agora resta-nos esperar que essa criança saia ao pai e não ao espírito malvado que toma o corpo da mãe. Por muito inocente que seja, ela tentou cancelar o teu noivado e matar a tua noiva. Mas discutiremos isso mais tarde, precisamos da tua ajuda agora. E de todos os que puderem ajudar. Chama os forasteiros por favor.

SiWon dirige-se para a aldeia de novo e chama os rapazes, dizendo que eles são precisos lá. Dirigem-se os nove rapazes até à zona onde Amaru, rigoroso, mede os 100m com a sua fita métrica.

Nakamura Amaru, com erros frásicos típicos de um japonês: Por favor, um de rapazes, segure a fita por favor.
Kai, ri-se um pouco: Vê se mesmo que não percebe nada de hangul... como estes japoneses precisam de umas belas aulas...
Onew, voluntaria-se: Eu posso ir!
JongHyun, brinca um bocadinho: Eu vou, Onew hyung, não quero que tropeces na fita métrica e te embrulhes todo, já sei como é que és...
DongWoo, a dar uma de gozão: Anda muito queridinho o nosso Jjong... a preocupar-se com o Onew hyung... nunca esperei que fosses tão querido para ele, dino Jjong...
JongHyun: Olha ali a HyunAe! Vai, corre! Vai repor o stock, já que estamos em extinção... assim aproveitas e fazes um favor à sociedade!
DongWoo, entredentes: Já vi que estamos bem humorados...
Key, do lado do JongHyun: Parece que o novo estatuto de idiota te encaixa perfeitamente... foste um bocado longe, ele estava no gozo, tu também podias estar, mas o teu gozo era mais ofensivo...
DongWoo: Já cá não está quem falou!
TaeMin, a tentar pôr outro ambiente por ali: Vamos mas é ajudar!
MinHo: Eu concordo e estou contigo, maknae! Vamos lá!

Os dinos do grupo de amigos largam as zangas despropositadas e ajudam-se uns aos outros e também a quem já se situava no local a ajudar. JongHyun e Amaru estavam a medir o local, trabalho importante e crucial, pois se medissem mal, as estacas seriam mal colocadas e o terreno não ficaria direito, como se pretendia. O trabalho era cansativo e demorado, mas com a ajuda de todos, tornava-se fácil e rápido. Ao fim de umas quatro horas já era de noite, e já todas as estacas estavam colocadas, porém estavam todos mortos de cansaço. Nessa altura, uma aura negra situava-se debaixo de uma árvore, árvore essa incluída no terreno dos tupi. Essa árvore era a gruta subterrânea de YuSoo, que nada podia fazer a SiWon, à medida que um feto se desenvolvia dentro dela, com uma velocidade fora do comum. O seu colar místico feito com a mesma tinta, e que esteve em cima do braço dele durante o feitiço deixara de funcionar. A tinta começara a desaparecer, apenas uma ponta do colar tinha já tinta, e à medida que os dias passavam, este ia perdendo a sua tinta vermelha, cor de sangue. O bebé que crescia dentro dela causava-lhe hematomas devido à rapidez de crescimento, e ela perdia o controlo sobre SiWon a cada dia que passava, pois era o bebé que absorvia esses poderes. No fundo, ela estava a alimentar e a criar um monstro, e toda a comida que obtinha era graças aos seus feitiços de teletransporte e invisibilidade, pois permitiam-lhe roubar alimentos das famílias da tribo, especialmente da família de MiHyun, pois a culpada da sua expulsão fora MiHyun, só e apenas MiHyun, o pó de lua que se convertera nisso mesmo. Em pó. Brilhante como a lua. No fundo, a grande adversária da tribo havia sido derrotada, mas YuSoo ainda queria SiWon. Ela acreditava que ainda o amava. E amava, mas aquilo por que passara devido à sua doença – sonambulismo – e à falsa MiHyun que se fizera passar por sua amiga, fizeram daquele amor uma obsessão. Uma grande obsessão, foi o que MiHyun fez ao amor puro da YuSoo em relação ao SiWon, que ao querer o lugar como esposa do herdeiro da coroa, condenou tudo e todos. YuSoo nunca quisera esse lugar, apenas quisera SiWon, e essa tinha sido a diferença entre as duas vilãs. YuSoo aconchegava a sua barriga enorme, dorida e negra, perto do fim do tempo, equivalente a sete meses numa gravidez normal, e assim que passava as mãos por ela, sentia dores com as quais não se conseguia conformar. Tinha com ela vários pombos negros e pegou numa das folhas de papel que tinha feito ela mesma e começou a escrever em tupi, algo do género.

“SiWon, o meu eterno raio de sol. Já deves ter percebido que estou a perder o controlo sobre ti, e já devem ter-te explicado que é porque a bebé está a sugar esse poder para se proteger. É o que dá ser filha de uma feiticeira... mas bem, ela está quase a nascer. Eu sei, menos de dois meses passaram desde aquela noite, mas eu e a MiHyun, antes da sua morte, preparámos um feitiço para acelerar a gravidez, e eu estava na esperança que mais nenhuma mulher aparecesse na tua vida, e que talvez, para que os índios te respeitassem um pouco, vocês me desculpassem por ter tentado cancelar o teu noivado com a ChanYoung, apenas por essa razão, e me aceitassem de volta como mãe da tua filha, e quem sabe, pudesses vir a amar-me da forma que sempre te amei. Mesmo em pequena. Mas parece que errei. E essa razão apenas. Porque sempre soubeste que eu sofria desta doença, que não era eu, estava num sono profundo quando empurrei a ChanYoung daquela cascata, e a rafeira da MiHyun distorceu tudo para poder ficar perto de ti e para te puder amar e tu a ela, mas tu tinhas apenas olhos para a ChanYoung. A sua prima ChanYoung. Então depois veio ao meu encontro e fizemos um pacto. Eu introduzi-lhe as magias da estrela azul, que outra feiticeira me havia ensinado, e assim, tentámos obter-te a ti e ao JiHo, mas sem sucesso. Ela foi morta por vocês, se eu não soubesse da verdade tinha chorado e tido pena, mas agora sei que eu teria feito o mesmo vezes e vezes sem conta. Ela mereceu o destino que teve. Mas eu não mereci o destino que tive. Fiz-vos muito mal também, eu sei, mas arrependo-me de ter confiado naquelas duas víboras e de ter escolhido o caminho da estrela azul e dourada. Se eu pudesse, mudava tudo. Tudo mesmo. E esperaria ao teu lado e da ChanYoung por um desenrolar da história. Era apenas isso que te queria dizer, mas ainda mais uma coisa. Assim que esta nossa filha nascer, esta carta irá com ela, escrita hoje, e com certeza, com muitas mais. Serás para sempre o meu grande amor, SiWon. O meu único grande amor, que me levou à perdição.”

YuSoo pousou a pena e a tinta sobre a mesa e suspirou, olhando-se ao espelho que possuía, denotando-se à luz das velas que ela própria fabricava, as visíveis nódoas negras pelo seu corpo devido à rápida evolução da sua filha. Porque sim, era uma filha. Tencionava-lhe chamar-lhe ChanYoung, pois era o primeiro grande amor do seu grande amor, a primeira mulher que a derrotara no coração do SiWon. Também lhe agradava ChanSoo, pois era a junção de ambos os nomes, o dela e de ChanYoung, as duas amigas de infância de SiWon, mas que desde cedo foram rivais. YuSoo pretendia esquecer essas rivalidades, por isso a escolha desses dois nomes para a bebé que nasceria em breve. Possivelmente dentro de uma semana e meia, ou duas semanas no máximo. Esse era o prazo limite da sua gravidez. Sentou-se de novo e levou um pouco de arroz à boca, pois sentia-se desnutrida, devido à quantidade de nutrientes que a bebé lhe pedia e retirava, especialmente quando o crescimento era acelerado. Ela tinha de comer, ou o destino de ambas seria a morte. Nesse mesmo momento, tinham os três homens e Neko chegado a casa. Eles estavam bastante satisfeitos com o seu trabalho, e com a aceitação da sua proposta final. Tinham trabalhado bastante para que eles tivessem de acordo quando fosse apresentada a proposta, porém poderia ser difícil aceitar ficar apenas com dez por cento do grande terreno, porém, como usavam muito pouco, não havia problema. Tinham gado e animais nessa zona, para além de que deslocariam os restantes para lá e para centros de preservação animal, para não darem cabo da fauna.

Dr. Raito: Sra. Shin (a governanta da casa e também empregada)! Traga-nos uma garrafa grande de champanhe, por favor! E traga-nos a lasanha para a mesa grande da sala! Hoje quero que traga gelados e sorvetes também para a mesa! Traga de todos os sabores! O grande acontecimento de hoje merece uma comemoração!
Sra. Shin: É para já, doutor.

A empregada sai da sala e traz tudo o que Raito lhe pedira. Ele era um bom patrão, não tratava mal as suas empregadas como Kohijiri fazia, aliás, nem se atrevia a tocar-lhes. Era respeitador, e nada leviano ao contrário do outro. A empregada foi seguida por Neko, que apenas queria dormir.

Neko, ensonada: Sra. Shin, posso tirar um bocadinho de lasanha e posso levar para o quarto? É que não me apetece mesmo nada comer e sentar à mesa com eles. Estou cheia de sono... eu sei que dormi bastante, mas mesmo assim...
Sra. Shin: Neko, eu tiro para ti, para não partires mal a lasanha... sabes como o teu pai gosta de comida bem apresentada na mesa, como se fosse comida de estar a ser exposta em hotel, ou para ser fotografada para uma revista de culinária... enfim, é meio esquisito... mas bem, dá-me o teu prato.
Neko, pega num copo e enche com Pepsi: Hmm, está bem. Kasamnida, Sra. Shin.

Neko recebe o prato e leva a Pepsi com pedras de gelo, pedaços de limão e uma palhinha, e o prato para o seu quarto. Começa a comer e deixa a Pepsi para o fim. Deixa o prato em cima da secretária e mete-se a bebericar a sua Pepsi, e larga-a por uns instantes. O tempo estava abafado, por isso abre a sua janela. Deixa a Pepsi na mesa de cabeceira e toma um rápido duche, e muda para o seu top de alças com pequenos gelados kawaii e os seus calções curtinhos com riscas coloridas e quando chega ao lado da sua cama, ouve um pequeno trabuco. Olha e vê um corpo estendido no chão, e uma mão a agarrar-lhe o pé.

A pessoa pronuncia-se: Não é propriamente fácil trepar esta tua janela, Neko... aigoo~ o teu pijama não é escuro nem nada desse género? Já não és a cabeça de arbusto que eu conhecia... mas este teu quarto assenta-te que nem uma luva... – Ri-se e ela ajuda-o a levantar-se.
Neko, ainda sem saber o que dizer: O que é que fazes aqui, Kai?
Kai, abraça-a: Não estivemos muito tempo juntos durante o dia, por isso decidi vir ver-te aqui... fiz mal?
Neko, beija-o: Fizeste bem, mas agora assustaste-me... eu ia já dormir... estou cheia de sono... se quiseres podes ficar até eu adormecer. Não me importo, mas se aparecer a empregada ou o meu pai, esconde-te.
Kai, beija-a suavemente: Não te preocupes, eu não te arranjo problemas. Ias mesmo dormir agora? Ou ainda ias fazer alguma coisa?
Neko: Ia ver um filme de terror, e eis que a princesa ulzzang shidae chegou na altura certa para salvar a sua namorada... – Dá-lhe um pequeno beijo sonoro e carinhoso. – Eu meto legendas em hangul, não há problema...
Kai, curioso, mexe na caixa do DVD: Death Bell? Com a Ham EunJung? Eu adoro a Ham EunJung! Mas um filme da altura do debut dela... 2008? Não tens nada mais recente? Ou alguma coisa que nunca tenha visto... Até pode ser antigo, mas que seja novo para mim...
Neko: Eu não ia ver esse, apesar de também gostar da Ham EunJung como atriz, mas eu ia ver um ainda mais antigo. Memento Mori.
Kai, lê a sinopse e vê a contracapa: Mas esse filme tem-
Neko, ri-se: E nós também não somos um casal de raparigas, miss ulzzang shidae? Porque não ver um filme que alia tabus a mortes?
Kai: Não que tenha algum problema nisso, mas apetecia-me mais ver a EunJung... mas bem, é uma novidade, sou aberto a novidades, por isso, vamos lá ver esse tal Memento Mori...

Eles aconchegam-se os dois, ela bebe a pepsi e dá-lhe um pouco também, e lembra-se de ir buscar pipocas enquanto o DVD lê. Traz uma taça de pipocas doces, uma taça de gelado completamente congelado e ainda pepsi.

Kai, após ela fechar a porta: Para que é isso tudo?
Neko: Para comermos durante o filme. Porque não?

Neko apenas tranca a porta e senta-se descuidadamente em cima da cama a ver o filme com o seu primeiro grande amor. A taça de gelado é compartilhada pelos dois antes que derreta, e acaba nos primeiros 30 minutos de filme. Estão os dois viciados no ecrã e então começam a dar a mão e Neko pousa a cabeça no ombro, assim como ele faz o mesmo. Comem pipocas e bebem a pepsi, deixando ainda grande parte da taça, que apesar de ser pequena, tinha ainda muitas pipocas. O filme acaba e o quarto estava limpo. O que era de estranhar, pois tinham estado a comer pipocas, e não havia uma única pipoca no chão. Neko boceja finalmente, e convida Kai a entrar com ela para dentro da cama, para poder dormir abraçada a ele. Ele descalça as suas havaianas e deita-se de frente para ela, podendo olhar profundamente para ela, enquanto dormia. Porque subitamente, ela adormecera, e com ela a dormir, ele teria de se ir embora. Destrancara a porta levemente sem fazer barulho e saltara pela janela, deixando-lhe antes de sair, um pequeno papel, que amachucara e colocara fechado dentro da sua mão.



Última edição por Annlunah 찬영 상태 ♥ em Qui 28 Jun - 18:37:54, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 18:30:41

VOU LER OMG OMG OMG OMG QUE SAUDADES O.O
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 18:52:47

tãaaaaaaaaaao lindo
o Kai está tão f*cking cute *-*
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 19:06:57

OMO ADORO A ULTIMA PARTE *-*
ESTOU ANSIOSA PARA O RESTO tt
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 21:04:49

ai estou como a nana, adorei o finalllllllllll, quero mais
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 21:47:23

UNNIE, PRÓXIMO CHAP DEVES SER TU o.o até tenho medo do que vou escrever... preciso de ir reblogar porn no tumblr - again - para ver se me inspiro...
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 21:54:14

hahaha sim faz isso *.*
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 22:14:43

´Tou amarela o.o
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 22:14:59

*mood de reblogar porn pela quarta vez*
AIGOO~ AS RAÍNHAS PERV FAZEM-ME MAL xDD *demasiado influenciadoras*

Matts, wae? o.o
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 22:23:37

O meu nome tá amarelo frjif9irjfoirhfuio
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 22:27:20

LOOL, só isso? xD
Gostaste do cinema em casa com o Kai Slut fofo lindo e asdfghjkl?
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 22:28:45

sim ifjdojifosijcfdsihdio
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 28 Jun - 22:29:39

ele é tão querido e fofo e asdfghjklsdfghjklçfghjklçdfghjkldfghjklsdfghjklsadgjklsdfghjklsdfgjkdfg *-*
só de pensar que ele tentou tirar a virgindade à Neko... u.u
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Dom 1 Jul - 11:01:15

nonononom u.u
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Ter 3 Jul - 23:08:08

quero mais meh.
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Ter 3 Jul - 23:20:21

CHAMEM AS PERVS PARA ME AJUDAR A ESCREVER UMA RATED DE JEITO E DEPOIS EU POSTO.
that's it!
PERV FAMILY~ WHERE ARE YOU BITCHES? xD

agora a sério, tou encalhada na rated - que é no início do chap - e eu e o Key tamos os dois constrangidos com o que vai acontecer a seguir xD não consigo escrever TT

PRECISO DE PORN TT

*desculpem os desabafos, podem voltar à vossa vida, eheheh xD*

Eu prometo que vou tentar desencalhar ^^ e despachar o rated xD MAS COM QUALIDADE u.u
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qua 4 Jul - 15:56:22

meeeh T_T
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qua 4 Jul - 18:20:11

hahaha vê porn, vê porn
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qua 4 Jul - 23:33:41

acabei de ver um vídeo de porn, era de dois asiáticos PORQUE DIZIA NO TUMBLR GAY PORN KAI LOOK-A-LIKE, então fui ver o vid - algumas de vocês estão chocadas comigo neste momento, mas EU TINHA DE VER xD

IN THA MOOD NOW u.u só não sei é se não sai demasiada baboseira... :s
ESPERO QUE ISTO SAIA BEM, DESCULPA-ME SE SAIR MAL, UNNIE xD
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 5 Jul - 11:44:39

Eu sou tipo os árabes, só vejo pornografia em casa, escondida.
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 5 Jul - 18:26:30

hahahaha agora está a parte de virar boa unnie e dizer, VOCÊS NÃO TÊM IDADE PARA VER ESSAS COISAS, VAIS ESTAR UM MÊS SEM INTERNET A PARTIR DE AGORA!!! ps: vou contar à mãe ^^

Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 5 Jul - 21:25:03

:oo não é na internet~ vais ao videoclub e reservas e depois escondes debaixo da cama, nice and easy u.u (*troll face*)
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Sex 6 Jul - 12:29:14

4ºCapítulo: O Onew, que fofo que ele é. *-* Tadinho dele, eles estão sempre a pegar com ele. xd
"TaeMin, no gozo: Só não puxo os calções agora para baixo porque estamos na presença duma rapariga e não quero que me chamem de pedo-dongsaeng..." hahahahahahah eu nem comento. xD São tão engraçados. xd
"JongHyun, no gozo: É que o TaeMin acha-te muito gira e gostava de te convidar para sair daqui a uns dias... Só que este rapaz é tão tímido que nem diz olá..." pahahahahahah que REI. xd
A Momo e o TaeMin hahahaha que fofos. *-* Vais ser tipo love hate? hehe. *-*

5ºCapítulo: Essa MiHyun e a YuSoo estão-me a meter um pó. -.-
A Momo e o TaeMin, ai credo, ele está insuportável. O.O
Ai, eles são tão engraçados e cromos, amo isso na fanfic. *----*
Amei a conversa do Key, do Onew e do TaeMin, ai, já não me ria assim à muito tempo ahahahah xD ‘WTF-OMG-que-bom-e-quero-isto-pelo-natal’ i'm dead ahahahahahahah xD
O TaeMin a beber? O.O Não gostei, não gostei mesmo nada! O.O E se ele entrava em coma alcoólico? o:
TaeMin, aproxima-se cada vez mais e dirige-se mais para a queda de água... não dava para resistir. O.O
A última parte, eu estou sem palavras, completamente lindooo! *----* Que perfeitooo! :3
Hahahahah o Key e os outros a ver, que cromos. xD
Só que agora fiquei com pena do Kai, ele gosta dela certo? Tadinho. :/ Como é que ele vai ficar agora? :s

Desculpa só ter lido agora e só estes, mas como já disse os teus capítulos são enormes e eu só posso ficar pouco tempo no pc. :/ Não te preocupes que eu vou lê-la toda, aos poucos, mas vou. *-----*
Escreves muito bem, não dás erros e adoro o teu sentido de humor. :3 As conversas deles são tão hilariantes. xD E adoro a maneira como escreves coisas românticas, está tão fofo. *---*
Espero que não te importes que esteja a comentar aos poucos, se preferires eu posso comentar tudo no fim. :s

Vou continuar a ler. *______*
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   Qui 12 Jul - 14:34:48

quero mais :c
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MensagemAssunto: Re: YAYAYA {Completa, último chap na página 29}   

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